O Museu de Marinha - http://museu.marinha.pt/museu/site/pt - encontra-se de facto em perigo.
Com a anunciada criação do inexplicável Museu da Viagem, o riquíssimo espólio do Museu de Marinha passará para a tutela do novo museu esvaziando um dos melhores museus mundiais da área.
O Museu de Marinha, que foi criado pelo Rei D. Luis, e conta com mais de 150 anos de existência, não deve acabar assim (em vez de se recuperarem museus desmantelam-se...).
É actualmente visita obrigatória de estrangeiros, que assim tomam verdadeiro contacto com a nossa epopeia marítima, e o segundo mais visitado do país. A nossa cultura não deve sofrer um atentado destes.
Ajudem a salvar o Museu de Marinha assinando a petição:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2153
22 maio 2010
20 maio 2010
Liga de Combatentes da COVILHÃ
84º Aniversário da Liga de Combatentes da COVILHÃ
O Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes foi fundado no ano de 1926, tendo como primeiro presidente o Capitão Victoriano Cruz Nazarett, na época, militar no Regimento de Infantaria 21, da Covilhã.
São múltiplas as suas actividades. No Plano Cultural destaque-se o órgão informativo «O Combatente da Estrela», a Secção de Coleccionismo e a anual “Feira de Trocas da Covilhã”. Além de um bem concebido site: http://www.ligacovilha.com/
No Plano Desportivo há já vários anos que possui uma Classe de Ginástica de Manutenção, tal como sucede com o Futsal. Uma palavra especial para o Torneio de Malha disputado anualmente.
Só lhes falta completar o sonho de construir a nova Sede Social, onde integrará um Centro de Dia e Noite.
O Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes foi fundado no ano de 1926, tendo como primeiro presidente o Capitão Victoriano Cruz Nazarett, na época, militar no Regimento de Infantaria 21, da Covilhã.
São múltiplas as suas actividades. No Plano Cultural destaque-se o órgão informativo «O Combatente da Estrela», a Secção de Coleccionismo e a anual “Feira de Trocas da Covilhã”. Além de um bem concebido site: http://www.ligacovilha.com/
No Plano Desportivo há já vários anos que possui uma Classe de Ginástica de Manutenção, tal como sucede com o Futsal. Uma palavra especial para o Torneio de Malha disputado anualmente.
Só lhes falta completar o sonho de construir a nova Sede Social, onde integrará um Centro de Dia e Noite.
17 maio 2010
Ordem Militar de Cavalaria
A Ordem dos Templários, Ordem do Templo ou Cavaleiros Templários foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.
Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges. Usavam característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e o seu símbolo era um cavalo montado por dois cavaleiros.
O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias actuais, nomeadamente com o supresticioso dia 13, dia de Outubro em que foram presos.
Os cavaleiros templários, foram declarados inocentes no início do século XIV, segundo um documento secreto do Vaticano descoberto em 2002. O referido documento, que considera os monges-cavaleiros "inocentes" das acusações de blasfémia e heresia, foi lavrado em 1308, um ano depois do início do processo templário.
Após a extinção da ordem, o Rei D. Dinis conseguiu que todos os bens dos Templários passassem para a posse de uma nova ordem, a de Cristo, sob a égide da qual se empreenderá a expansão marítima.
[foto: Castelo Templário de Castelo Branco]
O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias actuais, nomeadamente com o supresticioso dia 13, dia de Outubro em que foram presos.
Os cavaleiros templários, foram declarados inocentes no início do século XIV, segundo um documento secreto do Vaticano descoberto em 2002. O referido documento, que considera os monges-cavaleiros "inocentes" das acusações de blasfémia e heresia, foi lavrado em 1308, um ano depois do início do processo templário.
Após a extinção da ordem, o Rei D. Dinis conseguiu que todos os bens dos Templários passassem para a posse de uma nova ordem, a de Cristo, sob a égide da qual se empreenderá a expansão marítima.
[foto: Castelo Templário de Castelo Branco]
15 maio 2010
A Guerra Peninsular e a Cavalaria
«Estamos a viver o Bicentenário da Guerra Peninsular estando, nesse âmbito, a ocorrer, pelo menos desde 2007, uma série de eventos e a surgir nas bancas grande número de publicações relacionadas com o acontecimento que, não é demais lembrar, foi, porventura, o momento mais crítico da nossa quase milenária história.
Guerra Peninsular é uma designação desde sempre usada pelos Ingleses mas que nós, Portugueses, só utilizámos verdadeiramente a partir das Comemorações do Centenário para substituir a habitualmente usada de Invasões Francesas, que apenas cobria uma pequena parte do período que interessava estudar e analisar (1807-1812). Aliás, poderíamos, para baralhar, acrescentar ainda a designação atribuída pela Espanha aos mesmos acontecimentos históricos – Guerra de la Independência (1808-1813). Três designações para indicar factos coincidentes mas que correspondem a espaços temporais diferentes. A designação de Guerra Peninsular é a que ocupa um mais largo espaço de tempo; nela se inclui todo o período em que Napoleão se quis impor como senhor absoluto do Continente Europeu, isto é, entre 1798 e 1814, para nós representado pelas Campanhas Navais do Marquês de Niza (1798-1800), pela Guerra das Laranjas (1801), pela Batalha Naval de Trafalgar (1805), pelas Invasões de Junot (1807-1808), de Soult (1809), de Massena (1810-1811) e de Marmont (1812) e, finalmente, pela perseguição das forças napoleónicas em Espanha (1811-1813) e em França (1813-1814).»
Deste modo inicia o seu artigo, dedicado à Guerra Peninsular e à Cavalaria, o Gen Alexandre de Sousa Pinto, na Cadernos Militares do Lanceiro n.º3 que estará à venda ao publico muito em breve.
Guerra Peninsular é uma designação desde sempre usada pelos Ingleses mas que nós, Portugueses, só utilizámos verdadeiramente a partir das Comemorações do Centenário para substituir a habitualmente usada de Invasões Francesas, que apenas cobria uma pequena parte do período que interessava estudar e analisar (1807-1812). Aliás, poderíamos, para baralhar, acrescentar ainda a designação atribuída pela Espanha aos mesmos acontecimentos históricos – Guerra de la Independência (1808-1813). Três designações para indicar factos coincidentes mas que correspondem a espaços temporais diferentes. A designação de Guerra Peninsular é a que ocupa um mais largo espaço de tempo; nela se inclui todo o período em que Napoleão se quis impor como senhor absoluto do Continente Europeu, isto é, entre 1798 e 1814, para nós representado pelas Campanhas Navais do Marquês de Niza (1798-1800), pela Guerra das Laranjas (1801), pela Batalha Naval de Trafalgar (1805), pelas Invasões de Junot (1807-1808), de Soult (1809), de Massena (1810-1811) e de Marmont (1812) e, finalmente, pela perseguição das forças napoleónicas em Espanha (1811-1813) e em França (1813-1814).»
Deste modo inicia o seu artigo, dedicado à Guerra Peninsular e à Cavalaria, o Gen Alexandre de Sousa Pinto, na Cadernos Militares do Lanceiro n.º3 que estará à venda ao publico muito em breve.
09 maio 2010
Encontro de lanceiros em Guimarães
Guimarães, “berço da nossa nacionalidade” é o local do próximo encontro de lanceiros a 26 de Maio próximo (4ª feira) e o qual se destina a todos os associados da AAOL/AL, seus familiares, novos associados e amigos. Consta de visita guiada no Centro Histórico e Almoço na Pousada de Santa Marinha. As Inscrições devem ser efectuadas ATÉ 20 MAIO 2010 (5ª FEIRA), através do e-mail aaolanceiros@gmail.com ou para a Sede da Associação, Regimento de Lanceiros 2, Calçada da Ajuda, 1349-054 LISBOA
O Fim da II GM
Neste dia em que se comemorou, em Moscovo, com pompa e circunstâcia (pela primeira vez, desfilaram, tropas da NATO, ingleses, franceses,americanos e polacos marcharam juntamente com soldados russos), o fim da II GM, há 65 anos, vale a pena citar aqui João Pereira Coutinho no Expresso: «A Segunda Guerra foi um acontecimento desnecessário na história contemporânea? Pat Buchanan, em livro que tem alimentado debates ferozes "Churchill, Hitler, and the Unnecessary War" [Churchill, Hitler e a Guerra Desnecessária, como os Ingleses perderam o Império, e o Oeste perdeu o Mundo...] defende que sim. A Segunda Guerra não se explica sem a profunda injustiça do Tratado de Versalhes, que destroçou uma Alemanha de joelhos. E não se explica sem o desejo bélico de Churchill, que arrastou os Estados Unidos para a dança e recusou a paz possível com a Alemanha. E, como conclusão, Buchanan acrescenta: "se dúvidas houvesse sobre a inutilidade e a imoralidade da guerra, bastaria citar o Holocausto. O extermínio de seis milhões de judeus, mais do que um produto do anti-semitismo, foi sobretudo uma consequência lógica do conflito".Soldados
"Uma Nação que confia nos seus Direitos, em vez de confiar nos seus Soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." (Rui Barbosa)
Pintura Militar
A "Historical Outline" dá a conhecer a história militar, especialmente a de España, com a obra pictórica de Augusto Ferrer-Dalmau: óleos, esboços, estampas, livros e esculturas. Um artista único no seu género, que pode admirar na galeria virtual, no site: http://historicaloutline.com/
Luís de Castro Santos
Luís de Castro Santos
08 maio 2010
ECav 149 - Nambuangongo (Angola 1961)
A não perder, no próximo dia 15 de Maio, no canal Memória da RTP, pelas 23H45, a grande reportagem realizada pelo jornalista da RTP, Neves da Costa, e operador de imagem, Serras Fernandes, que serão entrevistados, sobre a façanha do ECav 149, do Cap Cav Rui Abrantes, de Ambriz a Nambuangongo, em 1961. Apesar de terem percorrido mais quilómetros, por um itinerário mais difícil, alcançaram o objectivo, Nambuangongo (cuja placa toponímica está do Museu do RL 2, por com a extinção de RC 7 ter herdado as suas tradições) só poucas horas depois do Cor Maçanita. Uma das estratégias utilizadas foi o progredirem de noite. Tiveram dois mortos em combate.
O filme desta operação pode ser visto, também, no http://memória149.blogspot.com/, bem como fotos e "pontos nos is" sobre o que dela se escreveu, por quem participou nela.
José Cardona
O filme desta operação pode ser visto, também, no http://memória149.blogspot.com/, bem como fotos e "pontos nos is" sobre o que dela se escreveu, por quem participou nela.
José Cardona
06 maio 2010
LANCEIROS reunem-se em GUIMARÃES
LANCEIROS encontram-se em GUIMARÃES …
AQUI nasceu PORTUGAL
AQUI nasceu PORTUGAL
No séc. XII, com a formação do Condado Portucalense, vêm viver para Guimarães o Conde D. Henrique e D. Teresa …. Diz a tradição que teria sido no interior do Castelo que os Condes fixaram residência e, provavelmente, aí teria nascido D. Afonso Henriques ….
GUIMARÃES, “berço da nossa nacionalidade” é, pois, o local seleccionado para o nosso próximo Encontro de Lanceiros que terá lugar a 26 de MAIO PRÓXIMO (4ª FEIRA) e o qual se destina a TODOS os Associados, seus Familiares, Novos Associados e Amigos.
Razões históricas e culturais levaram a Direcção da Associação dos Lanceiros a eleger, neste momento, a Cidade de GUIMARÃES como importante ponto de partida para os nossos Encontros de 2010. Nesse sentido e sendo Guimarães uma cidade detentora de valioso património histórico, decidimos dar alguma originalidade a este Encontro, o qual decorrerá de conformidade com o seguinte Programa:
GUIMARÃES – 26 DE MAIO DE 2010 (4ª FEIRA)
PROGRAMA:10h 30m – Concentração de TODOS os Participantes, em Guimarães, junto à Estátua de D. Afonso Henriques (próxima do Paço dos Duques de Bragança).
10h 45m/12h 15m – Itinerário “apeado”, no Centro Histórico, especialmente desenhado para o Grupo de Lanceiros e orientado pelo Prof. Capela Miguel.
12h 15m – Regresso ao ponto de partida/estacionamento e trajecto para a Pousada de Santa Marinha (na encosta da Penha).
12h 30m – Recepção na Pousada e visita guiada, à Pousada, com o Prof. Capela Miguel e com a Dra. Natália Maia (da Pousada).
13h 15m – Almoço na Pousada de Santa Marinha.
14h 45m – “A História … com histórias”, em volta das chícaras de café …
15h 30m/16h 00m – Final do Encontro
O custo por Participante: 35.00 €, por Pessoa e o traje informal e “descontraído”.
As Inscrições devem ser efectuadas atté MAIO 20, 2010 (5ª FEIRA), através do correio ou e-mail (aaolanceiros@gmail.com), para a Sede da Associação, Regimento de Lanceiros 2, Calçada da Ajuda, 1349-054 LISBOA ou, ainda, através dos Telemóveis de Luís Alfcinha de Brito (Tlm. 91 445 2151) ou Augusto Fialho (Tlm. 96 801 3234).
Defender-se do Islão...
O escritor, dramaturgo e autor de una coluna do diario espanhol "El Mundo", António Gala, advertiu que “talvez algum día os espanhóis tenham que defender-se do Islão”.
Segundo Gala, os dirigentes islâmicos “olham com olhos cada vez mais ávidos para Espanha", por ter sido a terra do Al-Andalus.
No caso português, não devemos esquecer o ditado "se vires as barbas do vizinho a arder, põe as tuas de .molho"...
05 maio 2010
Feira do Livro de Lisboa
Os "Cadernos Militares do Lanceiro" n.ºs 1 e 2 também estão à venda na Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, no Stand D 32 - Miguel Alfarrabista. Preço de feira: 5€ .
04 maio 2010
DA ESTRATÉGIA
O Gen Martins Barrento, antigo CEME, lançou este seu livro de "apontamentos e reflexões" acerca da Estratégia, no Instituto de Estudos Superiores Militares, baseado nas lições dadas no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, onde foi Professor Catedrático Convidado.
No livro, o Gen Barrento, alerta para o facto de a Estratégia, como ciência ser coisa bem diferente da vulgaridade com que essa palavra é hoje utilizada, daí a muita ignorância que sobre a matéria existe nas áreas da inteligensia política
Sobre o que é a Estratégia, propõe-nos a seguinte definição:" a estratégia é a ciência-arte que trata da preparação e utilização da coacção para, apesar da hostilidade dos opositores, atingir os objectivos fixados pela entidade política.
O livro percorre o que de mais importante existe na Teoria Geral da Estratégia, tendo o autor recorrido à História para exemplificar e fundamentar, para iluminar, os assuntos tratados. Depois de traçar o quadro em que a Estratégia se desenvolve, faz uma análise dos fundamentos, dos conceitos, dos intervenientes e das formas relativas à Estratégia. Por fim, aflora as ameaças e tendências que modernamente se manifestam e lança um olhar sobre Portugal.
No livro, o Gen Barrento, alerta para o facto de a Estratégia, como ciência ser coisa bem diferente da vulgaridade com que essa palavra é hoje utilizada, daí a muita ignorância que sobre a matéria existe nas áreas da inteligensia política
Sobre o que é a Estratégia, propõe-nos a seguinte definição:" a estratégia é a ciência-arte que trata da preparação e utilização da coacção para, apesar da hostilidade dos opositores, atingir os objectivos fixados pela entidade política.
O livro percorre o que de mais importante existe na Teoria Geral da Estratégia, tendo o autor recorrido à História para exemplificar e fundamentar, para iluminar, os assuntos tratados. Depois de traçar o quadro em que a Estratégia se desenvolve, faz uma análise dos fundamentos, dos conceitos, dos intervenientes e das formas relativas à Estratégia. Por fim, aflora as ameaças e tendências que modernamente se manifestam e lança um olhar sobre Portugal.
Edição: Tribuna da História
360 páginas, 21 €
29 abril 2010
TIMOR - Cavalaria
TIMOR: Bobonaro, Esquadrão de Cavalaria nº 5, "Lanceiros da Fronteira", no Dia da Cavalaria em Julho de 1972, realizada desta vez no ECav 5, uma vez que era rotativo, pela Polícia Militar, em Díli, Esquadrão de Cavalaria nº 5, "Lanceiros da Fronteira", em Bobonaro, e Esquadrão de Cavalaria nº 6, "Lanceiros da Fronteira", em Atabae.
José Pedro de Campos Teixeira, Alf Mil Cav da CPM 3578
25 abril 2010
"Capitães de Abril"
Num plenário um "Capitão de Abril", capitão José Banazol, incita à ocupação da propriedade privada.
"Vocês ocupam e a lei há de vir", afirma.
"Vocês ocupam e a lei há de vir", afirma.
23 abril 2010
Tornámo-nos cavaleiros...
Foi com muito gosto que li um escrito dedicado ao Capitão Ricardo António de Figueiredo Alçada. Foi meu comandante de Companhia no Quixico (Angola), antes de ser castigado pelo Major Mano e ter ido para a Madureira.
A minha companhia era a CCAV 1772, do BCAV 1927.
O que me leva a escrever é uma simples inexactidão escrita [no "lanceiromor"] pelo Cap. Carlos Dias de Almeida, quanto ao falecimento do Cap. Alçada, que não faleceu em 1980, mas sim em 31 de Julho de 1997.
O Cap. Alçada, bem como todo o pessoal da CCAV 1772, éramos de Infantaria. Tornámo-nos cavaleiros quando fomos mobilizados pelo RC 3, de Estremoz, para integrar o BCAV 1927.
António F. Moreno Cardeira, Ex-Furriel Miliciano, Cuba (Portugal)
N. da R.: O Capitão Miliciano Ricardo Alçada, licenciado em direito, depois de ter servido em Angola como Alf Mil, foi condecorado, nesta nova comissão como voluntário, com a Medalha de Valor Militar com Palma (Ver Cadernos Militares do Lanceiro n.º 2).
22 abril 2010
Onde estamos à venda
Lisboa:
- Livraria Barata - Av. de Roma, Lisboa
- Livraria Ferin - R. Nova do Almada, 70-74, Lisboa - T: 213469033
- Livros da Ribeira - Praça da Ribeira, 1.º, Av. 24 de Julho, Lisboa
- Soc. Histórica da Independência de Portugal - Largo de S. Domingos, Lisboa
- Papelaria Tira Vírgula - C. C. Roma, Av. Roma, Lisboa
Cascais
- Livraria Galileu - Av. Valbom, 24-A, Cascais
Porto
- Livraria Elcla Editora - R. da Boavista, 591/593, Porto - T: 223321918
Coimbra
- Livraria Minerva - Coimbra
Portimão
- Livraria Papelaria Algarve - R. da Igreja, 25/27, Portimão
- Livraria Papelaria Elifalma - R. Dr. João Vitorino Mealha, 6 , Portimão
- Livraria Barata - Av. de Roma, Lisboa
- Livraria Ferin - R. Nova do Almada, 70-74, Lisboa - T: 213469033
- Livros da Ribeira - Praça da Ribeira, 1.º, Av. 24 de Julho, Lisboa
- Soc. Histórica da Independência de Portugal - Largo de S. Domingos, Lisboa
- Papelaria Tira Vírgula - C. C. Roma, Av. Roma, Lisboa
Cascais
- Livraria Galileu - Av. Valbom, 24-A, Cascais
Porto
- Livraria Elcla Editora - R. da Boavista, 591/593, Porto - T: 223321918
Coimbra
- Livraria Minerva - Coimbra
Portimão
- Livraria Papelaria Algarve - R. da Igreja, 25/27, Portimão
- Livraria Papelaria Elifalma - R. Dr. João Vitorino Mealha, 6 , Portimão
Covilhã - Liga dos Combatentes
Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes
84º Aniversário - 15 MAIO 2010
Programa
16h00 – Concentração Talhão Combatentes
- Inauguração Cripta/Ossário
- Deposição restos mortais na Cripta
- Homenagem aos Combatentes
18h00 – Igreja da Misericórdia
- Missa Sufrágio pelos Combatentes
20h00 – Varanda dos Carqueijais
- Jantar comemorativo
84º Aniversário - 15 MAIO 2010
Programa
16h00 – Concentração Talhão Combatentes
- Inauguração Cripta/Ossário
- Deposição restos mortais na Cripta
- Homenagem aos Combatentes
18h00 – Igreja da Misericórdia
- Missa Sufrágio pelos Combatentes
20h00 – Varanda dos Carqueijais
- Jantar comemorativo
14 abril 2010
Marechal António de Spínola
O Regimento de Cavalaria N.º 3 (RC 3) em parceria com a Câmara Municipal de Estremoz, Homenageou no dia 13 de Abril de 2010, o Marechal António de Spínola.
Esta homenagem pública, pretendeu assinalar os 100 anos do seu nascimento em Estremoz, em 11 de Abril de 1910, o comando da primeira unidade de Escalão Batalhão mobilizada no RC3 para a “Guerra do Ultramar”, o Grupo de Cavalaria 345 e lembrar o grande militar que foi o Marechal Spínola, durante o tempo em que serviu a Cavalaria, o Exército e as Forças Armadas.
Nas Cerimónias Militares, participaram forças de todas as Unidades de Cavalaria onde se integrou o RL2 com um Pelotão de Polícia do Exército e o Porta Guião do Regimento no Bloco de Estandartes.
Estiveram presentes várias altas individualidades militares e civis, que muito dignificaram o evento, destacando-se o Chefe do Estado-Maior do Exército General José Luís Pinto Ramalho, que presidiu às Comemorações.
Após a cerimónia militar destaca-se o desfraldar de uma lápide alusiva ao centenário, na casa onde nasceu e a inauguração de uma exposição temática alusiva à vida do Marechal.
O Marechal António de Spínola comandou o RL2 de 20 de Maio a 22 Novembro de 1961 no posto de Tenente-Coronel.
A Câmara Municipal de Lisboa, inaugurou, oficialmente uma Avenida, o prolongamento da Av. E.U.A., com o seu nome.
RL2
12 abril 2010
Massacre de Katyn
Recordamos os jovens oficiais polacos mortos, com tiro na nunca, ao estilo soviético, em nome do comunismo tendo como mandante Estaline, em 1940, durante a II Guerra Mundial. Que a propaganda comunista internacional sempre defendeu ter sido realizado pelos nazis e, agora, foi definitivamente desmontado e oficialmente assumido pela Rússia. Mais de 20.000 polacos, militares, polícias, funcionanrios e famílias, foram enterrados em valas comuns na floresta de Katyn, sob um imenso manto do embuste internacional, aceite e propalado pelos "compagnons de route" do marxismo-leninismo.
JMSC
JMSC
06 abril 2010
Submarinos
«Hoje, o controlo do mar é um objectivo permanente de tempo de paz, porque a natureza difusa e imprevisível das ameaças exige um esquema de vigilância que detecte oportunamente desvios de comportamento que possam indiciar a tentativa de acções ilegais ou práticas criminosas. Põe-se sob uma perspectiva abrangente, centrada sobretudo nos espaços e não nas forças de eventuais oponentes, como acontecia no passado.
Não se trata de uma estratégia militar-naval; é mais abrangente do que isso porque se relaciona com factores diversos, principalmente económicos, sendo os militares apenas os que viabilizam as condições de segurança para a sua concretização.
Os submarinos são parte indispensável dessa estratégia porque só existe controlo dessa área: 1º, se se exercer nas suas três dimensões, a de superfície e acima-superfície e a de sub-superfície sendo que esta última só os submarinos conseguem garantir de forma eficaz; 2º, se houver capacidade de efectuar operações encobertas (sem revelar a presença), o que só os submarinos garantem.
Sem submarinos Portugal perderia por duas vias: permitiria um vazio de controlo numa área que lhe respeita directamente, e que outros necessariamente se veriam obrigados a ocupar, e perderia a possibilidade, de que usufrui, de participar nos órgãos de controlo e gestão da actividade submarina ficando “nas mãos” de terceiros para saber o que se passa na nossa área de interesse. Situação dificilmente aceitável.»
in Diário de Notícias de 3 Abril 2010.
Não se trata de uma estratégia militar-naval; é mais abrangente do que isso porque se relaciona com factores diversos, principalmente económicos, sendo os militares apenas os que viabilizam as condições de segurança para a sua concretização.
Os submarinos são parte indispensável dessa estratégia porque só existe controlo dessa área: 1º, se se exercer nas suas três dimensões, a de superfície e acima-superfície e a de sub-superfície sendo que esta última só os submarinos conseguem garantir de forma eficaz; 2º, se houver capacidade de efectuar operações encobertas (sem revelar a presença), o que só os submarinos garantem.
Sem submarinos Portugal perderia por duas vias: permitiria um vazio de controlo numa área que lhe respeita directamente, e que outros necessariamente se veriam obrigados a ocupar, e perderia a possibilidade, de que usufrui, de participar nos órgãos de controlo e gestão da actividade submarina ficando “nas mãos” de terceiros para saber o que se passa na nossa área de interesse. Situação dificilmente aceitável.»
in Diário de Notícias de 3 Abril 2010.
05 abril 2010
02 abril 2010
1ª C.P.M.M. / TETE 1972-1975
"Recordar é Viver" - VETERANOS 1ª C.P.M.M. / TETE 1972-1975
Um panorama que não pretende ser exaustivo mas que é uma pequena compilação para a história desta unidade das Forças Armadas Portuguesas em Tete Moçambique 1972-1975.
Os documentos têm como origem vários álbuns editados através da internet por alguns dos veteranos da 1ª C.P.M.M.
http://www.youtube.com/watch?v=zbiNR6c6-U4
Raul Ferreira Rocha
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Um panorama que não pretende ser exaustivo mas que é uma pequena compilação para a história desta unidade das Forças Armadas Portuguesas em Tete Moçambique 1972-1975.
Os documentos têm como origem vários álbuns editados através da internet por alguns dos veteranos da 1ª C.P.M.M.
http://www.youtube.com/watch?v=zbiNR6c6-U4
Raul Ferreira Rocha
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01 abril 2010
Declínio dos Impérios...
Uma boa imagem gráfica da evolução dos impérios inglês, francês, espanhol e português. (Atenção às datas que vêm no canto inferior esquerdo.)
>>>> http://holykaw.alltop.com/visualization-of-the-british-french-spanish-a?
A. Melo
28 março 2010
Efeméride: 28 Março 1939
Os nacionalistas espanhóis entram em Madrid e desfilam perante o General Francisco Franco, um general de 46 anos.
A sua entrada vitoriosa na capital espanhola, depois da rendição incondicional dos "internacionalistas", ditava o fim da Guerra Civil Espanhola, onde combateram inúmeros portugueses.
26 março 2010
Armaduras em Madrid
A exposiçâo "El Arte del poder. La Real Armería y el retrato de corte", no Museo do Prado, em Madrid, é uma excepcional ocasião para contemplar uma parte muito representativa das suas obras conjuntamente com uma colecção de armaduras da Real Armaria de Madrid (35 pinturas e 31 peças de armaría). De 9 de marzo 2010 a 23 de mayo 2010.
24 março 2010
Uma lição de decisão...
QUE REI SOU EU?
Uma antiga e verídica história de JUSCELINO KUBITSCHEK., antigo Presidente do Brasil.
Teferi Makonnen Hailé Selassié, negro, de barba e bigodão, coroado "negus" (imperador) da Abissínia-Etiópia em 1930, "Leão conquistador da Tribo de Judá", "Eleito de Deus", "Rei dos Reis", já com quase 70 anos, veio ao Brasil de 13 a 16 de dezembro de 1960, com enorme comitiva.
Estava jantando com o presidente Kubitschek no novíssimo Palácio da Alvorada, quando se aproxima um assessor e lhe diz qualquer coisa no ouvido. Selassié parou um instante, pensou, voltou a jantar tranquilamente.
Juscelino, perspicaz, percebeu:
- Alguma coisa, Imperador?
- Presidente, acabo de ser deposto por meu filho, na Abissínia (hoje novamente Etiópia). Mas eu sei que o rei sou eu. Não vamos alterar o nosso programa. Quero apenas, quando sairmos daqui, uma audiência reservada com o senhor.
Depois do jantar, foram para o gabinete e Selassié pediu a Juscelino que convocasse o gerente do Citibank. Queria sacar US$ 100 mil para alugar um avião e mandar de volta os cem generais que tinham vindo com ele.
Juscelino chamou, veio o gerente, disse não podia ser. O dinheiro, depositado em nome do País, já tinha sido bloqueado por ordem do novo governo de Adis-Abeba. Só havia uma possibilidade: se o Brasil avalizasse o cheque.
JK mandou chamar o secretário-geral do Itamaraty, Edmundo Barbosa da Silva, que estava respondendo pelo ministério do Exterior, porque o ministro Horácio Lafer estava viajando.
Na hora de assinar o cheque, avalizando-o, o embaixador tremeu tanto que a assinatura não saía. Juscelino tomou-lhe a caneta:
- Ora, Edmundo, me dá isso que eu assino.
Juscelino assinou, avalizou o cheque, Selassié alugou um avião da Panair, embarcou na frente de seus cem generais, cumpriu fielmente todo o programa no Brasil e voltou para Adis-Abeba.
Os três chefes do golpe o "ras" Imru, primeiro-ministro, o general Girmamé Neway, governador de província, e seu irmão Mengistu, comandante da guarda imperial, mataram um grupo de nobres que tinham tomado como reféns, e "suicidaram-se" depois.
Selassié deu uma surra de chicote, no meio da praça central, no filho e príncipe herdeiro, Merede Azimach-Asfa Wessen Hailé Selassié, mandou-o para Londres como embaixador. E continuou imperador até setembro de 74, quando afinal foi deposto e preso por um golpe militar, aos 82 anos.
Que rei sou eu?
Em 74, quando Selassié foi derrubado, perguntei a Juscelino:
- Presidente, e se o 'Leão de Judá'' não conseguisse reassumir?
- O prejuízo seria de US$ 100 mil. Muito mais barato do que deixar e sustentar no Copacabana Palace, e toda noite no Sacha's, cem crioulos, generais abusados, mal-acostumados com o poder total.
E deu uma de suas gargalhadas de janela abertas e olhos fechados.
Parou um pouco, pensou, falou mais para ele do que para mim:
- Tanto faz ser imperador na Etiópia, presidente no Brasil ou prefeito em Diamantina. Chegada a hora de decidir, quem tem que decidir é você, eleito pelo povo ou herdeiro de uma ditadura africana.
Ouve, discute, analisa, mas não pode transferir a decisão. Se transferir, não dá certo.
Na hora ou lá na frente, vai ficar pior. No Governo você tem sempre que saber que rei você é.
(Fonte: Jornal Diário de Pernambuco)
Uma antiga e verídica história de JUSCELINO KUBITSCHEK., antigo Presidente do Brasil.
Teferi Makonnen Hailé Selassié, negro, de barba e bigodão, coroado "negus" (imperador) da Abissínia-Etiópia em 1930, "Leão conquistador da Tribo de Judá", "Eleito de Deus", "Rei dos Reis", já com quase 70 anos, veio ao Brasil de 13 a 16 de dezembro de 1960, com enorme comitiva.
Estava jantando com o presidente Kubitschek no novíssimo Palácio da Alvorada, quando se aproxima um assessor e lhe diz qualquer coisa no ouvido. Selassié parou um instante, pensou, voltou a jantar tranquilamente.
Juscelino, perspicaz, percebeu:
- Alguma coisa, Imperador?
- Presidente, acabo de ser deposto por meu filho, na Abissínia (hoje novamente Etiópia). Mas eu sei que o rei sou eu. Não vamos alterar o nosso programa. Quero apenas, quando sairmos daqui, uma audiência reservada com o senhor.
Depois do jantar, foram para o gabinete e Selassié pediu a Juscelino que convocasse o gerente do Citibank. Queria sacar US$ 100 mil para alugar um avião e mandar de volta os cem generais que tinham vindo com ele.
Juscelino chamou, veio o gerente, disse não podia ser. O dinheiro, depositado em nome do País, já tinha sido bloqueado por ordem do novo governo de Adis-Abeba. Só havia uma possibilidade: se o Brasil avalizasse o cheque.
JK mandou chamar o secretário-geral do Itamaraty, Edmundo Barbosa da Silva, que estava respondendo pelo ministério do Exterior, porque o ministro Horácio Lafer estava viajando.
Na hora de assinar o cheque, avalizando-o, o embaixador tremeu tanto que a assinatura não saía. Juscelino tomou-lhe a caneta:
- Ora, Edmundo, me dá isso que eu assino.
Juscelino assinou, avalizou o cheque, Selassié alugou um avião da Panair, embarcou na frente de seus cem generais, cumpriu fielmente todo o programa no Brasil e voltou para Adis-Abeba.
Os três chefes do golpe o "ras" Imru, primeiro-ministro, o general Girmamé Neway, governador de província, e seu irmão Mengistu, comandante da guarda imperial, mataram um grupo de nobres que tinham tomado como reféns, e "suicidaram-se" depois.
Selassié deu uma surra de chicote, no meio da praça central, no filho e príncipe herdeiro, Merede Azimach-Asfa Wessen Hailé Selassié, mandou-o para Londres como embaixador. E continuou imperador até setembro de 74, quando afinal foi deposto e preso por um golpe militar, aos 82 anos.
Que rei sou eu?
Em 74, quando Selassié foi derrubado, perguntei a Juscelino:
- Presidente, e se o 'Leão de Judá'' não conseguisse reassumir?
- O prejuízo seria de US$ 100 mil. Muito mais barato do que deixar e sustentar no Copacabana Palace, e toda noite no Sacha's, cem crioulos, generais abusados, mal-acostumados com o poder total.
E deu uma de suas gargalhadas de janela abertas e olhos fechados.
Parou um pouco, pensou, falou mais para ele do que para mim:
- Tanto faz ser imperador na Etiópia, presidente no Brasil ou prefeito em Diamantina. Chegada a hora de decidir, quem tem que decidir é você, eleito pelo povo ou herdeiro de uma ditadura africana.
Ouve, discute, analisa, mas não pode transferir a decisão. Se transferir, não dá certo.
Na hora ou lá na frente, vai ficar pior. No Governo você tem sempre que saber que rei você é.
(Fonte: Jornal Diário de Pernambuco)
21 março 2010
A defesa dos interesses ameaçados
Num contexto em que a ligação histórica entre influência política e poder militar tem vindo a ser questionada pelo declínio da relevância da guerra como instrumento político, os europeus tenderão a mostrar-se mais interessados em saber o que pode acontecer aos seus empregos do que sobre o papel mais ou menos influente que a União Europeia deve ter no mundo. Importa, por isso, lembrar mais frequentemente que se há alternativas à utilização do emprego militar para se exercer influência externa, não existe outro recurso seguro, senão o militar, quando se trata de defender interesses ameaçados.
Texto completo: «As relações NATO/EU» (ARR)
http://www.jornaldefesa.com.pt/
A. Melo
Texto completo: «As relações NATO/EU» (ARR)
http://www.jornaldefesa.com.pt/
A. Melo
18 março 2010
"Alma do Exército" (1)
« Os homens morrem; o regimento fica»
«A fórmula é simples — não procurar criar um exército de homens. Reunir estes em grupos — regimentos, batalhões — e depois reunir os grupos para formar um exército. Não formar o espírito do Exército por meio de fórmulas de propaganda ou programas informativos, mas numa base real de espírito de grupo, de espírito de corpo. As suas unidades não devem representar apenas números de uma relação, susceptíveis de mudanças, trocas, extinção e reorgahização, ao sabor de um cidadão sentado a uma secretária. Elas devem ser imperecíveis.
Uma solução que os Ingleses, Franceses e Alemães há muito tempo encontraram, e que Alexandre adoptou, ao criar o primeiro exército verdadeiramente organizado da História. Uma solução que fez do Mundo um feudo de Roma...» in "Alma do Exército" por Major George Eliot.
«A fórmula é simples — não procurar criar um exército de homens. Reunir estes em grupos — regimentos, batalhões — e depois reunir os grupos para formar um exército. Não formar o espírito do Exército por meio de fórmulas de propaganda ou programas informativos, mas numa base real de espírito de grupo, de espírito de corpo. As suas unidades não devem representar apenas números de uma relação, susceptíveis de mudanças, trocas, extinção e reorgahização, ao sabor de um cidadão sentado a uma secretária. Elas devem ser imperecíveis.
Uma solução que os Ingleses, Franceses e Alemães há muito tempo encontraram, e que Alexandre adoptou, ao criar o primeiro exército verdadeiramente organizado da História. Uma solução que fez do Mundo um feudo de Roma...» in "Alma do Exército" por Major George Eliot.
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