11 junho 2010

Os M5 A1 "Stuart" em Angola

«A "Licas", a "Milocas" e a "Gina" percorreram milhares de quilómetros nas picadas do norte de Angola, protegendo e salvando as vidas de muitos homens. Engane-se o leitor que julgue serem três bonitas enfermeiras. Tinham nomes de mulher mas eram de aço, moviam-se sobre lagartas e a sua ração de combate era óleo e gasolina. Os guerrilheiros nacionalistas da FNLA chamaram-lhes “Elefante Dundum”...
Graças à determinação e entusiasmo do então Capitão de Cavalaria Mendes Paulo, três velhinhos carros de combate M5 A1 "Stuart" da 2ª Guerra Mundial, foram os protagonistas de uma aventura sem igual em terras Africanas, ficando para a história como os únicos Tanques usados na guerra do ultramar e os únicos a verem combate em toda a história do exército Português. Resgatados a muito custo do Depósito de Material em Beirolas onde enferrujavam, estes veteranos de muitas batalhas tiveram nova oportunidade de emprego, Pintados de fresco e revistos, embarcaram para Angola em 1967, e até 1972 distinguiram-se em muitas missões de escolta e reconhecimento.»
Este é o início do texto e uma das ilustrações do artigo de Alexandre Gonçalves publicado no Lanceiro - Cadernos Militares n.º 3 agora publicado que pode ser solicitado para jornallanceiro@gmail.com.
Preço 5€ (portes incluídos) e já à venda nas livrarias de Lisboa e Évora (ver em Edições).

10 junho 2010

O herói Cmdt Oliveira e Carmo


Jorge Manuel Catalão de Oliveira e Carmo, oficial da Marinha Portuguesa, morreu em combate depois de uma acção heróica contra as forças da União Indiana que invadiam a Índia Portuguesa.
Foi hoje homenageado junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar.

Em finais de 1961, o jovem 2º Tenente Oliveira e Carmo, 25 anos, comandava a Lancha "Vega" baseada em Diu ao serviço do Comando Naval da Índia Portuguesa, quando se dá o ataque da União Indiana àquele território. No dia 18 de Dezembro, depois de tentar efectuar um ataque e reconhecimento ao cruzador indiano "Delhi", o Tenente Oliveira e Carmo decide entrar em combate com os caça-bombardeiros Vampire, da Força Aérea Indiana, que atacavam as forças portuguesas em Diu. Começou por se fardar «de branco», explicando aos marinheiros «que assim morreria com mais honra». Exortou-os a lutar até ao fim: «Fazemos parte da defesa de Diu e da Pátria e vamos cumprir até ao último homem e última bala se possível». Com o fogo da peça antiaérea de 20 mm da "Vega" são repelidos vários ataques aéreos. No entanto num derradeiro ataque os Vampire bombardeiam a lancha atingido-o mortalmente no peito por disparos de um avião, mas antes, já uma rajada lhe havia cortado «as pernas totalmente pelas coxas». Morrem também dois marinheiros - António Ferreira e Aníbal Fernandes Jardino - e  ficam feridos outros dois. A guarnição da «Vega» era, apenas, de sete homens.
Pelo seu acto heróico, a título póstumo, Oliveira e Carmo foi condecorado com a Ordem Militar da Torre e Espada e promovido ao posto de Capitão-Tenente.

A pequena lancha de fiscalização, de 17 metros de comprimento e uma única metralhadora de 20 mm, largada da doca de Diu, passou a barra e fez-se ao mar alto, em direcção ao «Delhi», um cruzador indiano de 9740 toneladas. Durante a sangrenta batalha, não foi a artilharia do navio inimigo que derrotou a «Vega», mas a metralha cruzada de dois ou três aviões.
O corpo do Cmdt Oliveira e Carmo nunca foi encontrado. 

07 junho 2010

10 de Junho: veteranos desfilam em Faro

Tal como noutros países, nomeadamente a Grã-Bretanha, os antigos combatentes portugueses, segundo "A Voz do Combatente, vão poder desfilar, pela primeira vez, junto com as Forças Armadas, no próximo dia 10 de Junho, Dia de Portugal, em Faro.
Desfilarão à frente das F.A. os antigos combatentres do Ultramar e os das missões de paz, de fato civil, com condecorações e boina. Não haverá bandeiras ou estandartes das associações. Na foto, em Inglaterra, desfile dos veteranos de uma Associação de Cavalaria.

05 junho 2010

Quantos militares servem em missões exteriores?

Sempre que alguém pretende abordar este assunto do número de militares portugueses que têm servido em missões expedicionárias nos últimos 20 anos, depara-se imediatamente com o problema das fontes: onde procurar?
No http://www.operacional.pt/quantos-militares-temos-em-missoes-exteriores/ encontra uma análise do tema.
Miguel Silva Machado

03 junho 2010

Um porta-aviões moderno

O USS J.F.K. atracado em Malta.
Já tinha percebido como é realmente grande um porta-aviões moderno?
Esta foto dá bem a proporção do tamanho do navio com coisas tais como edifícios, casas, carros, etc.

02 junho 2010

O RL2 e a visita de SS o Papa Bento XVI



De 5 a 14 de Maio de 2010, o RL2 cumpriu missões no âmbito da visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI a Portugal.
O Grupo de Polícia do Exército assegurou as escoltas e segurança ao transporte terrestre dos dois Papamóveis e das Bagagens da comitiva Papal, executou Alas de Cortesia a SS o Papa à entrada da Igreja dos Jerónimos e reforçou a Segurança e Protecção Pessoal no Regimento de Artilharia N.º 5 durante a sua permanência.
Empenhou 7 Oficiais, 14 Sargentos e 72 Praças, tendo sido percorridos com 22 viaturas e 4 motociclos, 4900 Km e gastos cerca de 500 litros de combustível, nos trajectos da visita Papal: Lisboa – Fátima – Porto.

23 maio 2010

Cadernos Militares do Lanceiro n.º 3

Na próxima semana inicia-se o envio, gratuito, para os associados da Associação de Lanceiros, da nossa revista "Cadernos Militares do Lanceiro n.º 3". Os não associados poderão adquiri-lo por 5 €, solicitadando-a para o e-mail: jornallanceiro@gmail.com.
Sumário:
05 Nota de Abertura / Correio
06 Guiné: Comandos Africanos
07 Arte: Eduardo Serra
08 Postura - Jorge de Lancastre
09 Lanceiros: Novas Capacidades - TCor Paraq Miguel Machado
13 Guerra Peninsular e a Cavalaria - TGen Alexandre Sousa Pinto
17 Mui Breve História de Lisboa - Carlos Dias de Almeida
20 Golpes Militares em Portugal - Roberto de Moraes
26 Cor Alfredo Albuquerque - TCor Cav António Marcos Andrade
29 A Mulher nas F. A. - Cap Ten MN Óscar de Figueiredo
32 Ponte da Mizarela - SMor Cav Fernando Lourenço
38 PM: As Companhias de S. Tomé e Timor - HQN, JCP e FES
45 CPM 1446: Patrulhamento ao Bindá - Luís Alfacinha de Brito
55 CPM 1579: Memórias de Timor - Filipe Barbeitos
62 Reflexões
63 Nuno Álvares e a Função Militar - Gen António Martins Barrento
71 Diário do Ten Cav José Augusto Costa
82 Capitães de Portugal: Capitães Caçorino Dias e Ricardo Alçada
83 Angola: M5 A1 - Alexandre Gonçalves
92 Da Caserna ...
93 As Nossas Publicações
94 Tenda do Lanceiro

- Brevemente estará também à venda nas livrarias indicadas na página "Edições"

22 maio 2010

Portugal perdeu a soberania!...

«Nas últimas semanas, Portugal perdeu soberania e ninguém se inquieta muito, o que é espantoso. Temos os credores à porta e prestamos-lhes a vassalagem dos aflitos.(...) os 230 deputados, Presidente da República, presidente da Assembleia e primeiro-ministro deviam pôr-se à frente do mesmo espelho e apresentar uma moção de censura a si mesmos. Falharam em, ao menos, manter Portugal dos portugueses. E não sentem vergonha disso.»
Pedro Santos Guerreiro in Jornal de Negócios de 21/05/2010
N.da R.: Perde Portugal a soberania, e ao estilo dos "brandos costumes", o Sr. jornalista sugere apenas uma auto-censura!...

O Museu de Marinha em perigo!

O Museu de Marinha - http://museu.marinha.pt/museu/site/pt - encontra-se de facto em perigo.
Com a anunciada criação do inexplicável Museu da Viagem, o riquíssimo espólio do Museu de Marinha passará para a tutela do novo museu esvaziando um dos melhores museus mundiais da área.
O Museu de Marinha, que foi criado pelo Rei D. Luis, e conta com mais de 150 anos de existência, não deve acabar assim (em vez de se recuperarem museus desmantelam-se...).
É actualmente visita obrigatória de estrangeiros, que assim tomam verdadeiro contacto com a nossa epopeia marítima, e o segundo mais visitado do país. A nossa cultura não deve sofrer um atentado destes.
Ajudem a salvar o Museu de Marinha assinando a petição:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N2153

20 maio 2010

Liga de Combatentes da COVILHÃ

84º Aniversário da Liga de Combatentes da COVILHÃ
O Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes foi fundado no ano de 1926, tendo como primeiro presidente o Capitão Victoriano Cruz Nazarett, na época, militar no Regimento de Infantaria 21, da Covilhã.
São múltiplas as suas actividades. No Plano Cultural destaque-se o órgão informativo «O Combatente da Estrela», a Secção de Coleccionismo e a anual “Feira de Trocas da Covilhã”. Além de um bem concebido site: http://www.ligacovilha.com/
No Plano Desportivo há já vários anos que possui uma Classe de Ginástica de Manutenção, tal como sucede com o Futsal. Uma palavra especial para o Torneio de Malha disputado anualmente.
Só lhes falta completar o sonho de construir a nova Sede Social, onde integrará um Centro de Dia e Noite.





18 maio 2010


Podem não acreditar, mas antigamente, antes do aparecimento do radar, era assim que se detectavam ataques aéreos.
Daniel Albergaria

17 maio 2010

Ordem Militar de Cavalaria

A Ordem dos Templários, Ordem do Templo ou Cavaleiros Templários foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges. Usavam característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e o seu símbolo era um cavalo montado por dois cavaleiros.
O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias actuais, nomeadamente com o supresticioso dia 13, dia de Outubro em que foram presos.
Os cavaleiros templários, foram declarados inocentes no início do século XIV, segundo um documento secreto do Vaticano descoberto em 2002. O referido documento, que considera os monges-cavaleiros "inocentes" das acusações de blasfémia e heresia, foi lavrado em 1308, um ano depois do início do processo templário.
Após a extinção da ordem, o Rei D. Dinis conseguiu que todos os bens dos Templários passassem para a posse de uma nova ordem, a de Cristo, sob a égide da qual se empreenderá a expansão marítima.
[foto: Castelo Templário de Castelo Branco]

15 maio 2010

A Guerra Peninsular e a Cavalaria

«Estamos a viver o Bicentenário da Guerra Peninsular estando, nesse âmbito, a ocorrer, pelo menos desde 2007, uma série de eventos e a surgir nas bancas grande número de publicações relacionadas com o acontecimento que, não é demais lembrar, foi, porventura, o momento mais crítico da nossa quase milenária história.
Guerra Peninsular é uma designação desde sempre usada pelos Ingleses mas que nós, Portugueses, só utilizámos verdadeiramente a partir das Comemorações do Centenário para substituir a habitualmente usada de Invasões Francesas, que apenas cobria uma pequena parte do período que interessava estudar e analisar (1807-1812). Aliás, poderíamos, para baralhar, acrescentar ainda a designação atribuída pela Espanha aos mesmos acontecimentos históricos – Guerra de la Independência (1808-1813). Três designações para indicar factos coincidentes mas que correspondem a espaços temporais diferentes. A designação de Guerra Peninsular é a que ocupa um mais largo espaço de tempo; nela se inclui todo o período em que Napoleão se quis impor como senhor absoluto do Continente Europeu, isto é, entre 1798 e 1814, para nós representado pelas Campanhas Navais do Marquês de Niza (1798-1800), pela Guerra das Laranjas (1801), pela Batalha Naval de Trafalgar (1805), pelas Invasões de Junot (1807-1808), de Soult (1809), de Massena (1810-1811) e de Marmont (1812) e, finalmente, pela perseguição das forças napoleónicas em Espanha (1811-1813) e em França (1813-1814).»
Deste modo inicia o seu artigo, dedicado à Guerra Peninsular e à Cavalaria, o Gen Alexandre de Sousa Pinto, na Cadernos Militares do Lanceiro n.º3 que estará à venda ao publico muito em breve.

09 maio 2010

Encontro de lanceiros em Guimarães

 Guimarães, “berço da nossa nacionalidade” é o local do próximo encontro de lanceiros a 26 de Maio próximo (4ª feira) e o qual se destina a todos os associados da AAOL/AL, seus familiares, novos associados e amigos. Consta de visita guiada no Centro Histórico e Almoço na Pousada de Santa Marinha.
O custo por Participante é de Euros 35.00, por pessoa.
As Inscrições devem ser efectuadas ATÉ 20 MAIO 2010 (5ª FEIRA), através do e-mail aaolanceiros@gmail.com ou para a Sede da Associação, Regimento de Lanceiros 2, Calçada da Ajuda, 1349-054 LISBOA

O Fim da II GM

Neste dia em que se comemorou, em Moscovo, com pompa e circunstâcia (pela primeira vez, desfilaram, tropas da NATO, ingleses, franceses,americanos e polacos marcharam juntamente com soldados russos), o fim da II GM, há 65 anos, vale a pena citar aqui João Pereira Coutinho no Expresso: «A Segunda Guerra foi um acontecimento desnecessário na história contemporânea? Pat Buchanan, em livro que tem alimentado debates ferozes "Churchill, Hitler, and the Unnecessary War" [Churchill, Hitler e a Guerra Desnecessária, como os Ingleses perderam o Império, e o Oeste perdeu o Mundo...] defende que sim. A Segunda Guerra não se explica sem a profunda injustiça do Tratado de Versalhes, que destroçou uma Alemanha de joelhos. E não se explica sem o desejo bélico de Churchill, que arrastou os Estados Unidos para a dança e recusou a paz possível com a Alemanha. E, como conclusão, Buchanan acrescenta: "se dúvidas houvesse sobre a inutilidade e a imoralidade da guerra, bastaria citar o Holocausto. O extermínio de seis milhões de judeus, mais do que um produto do anti-semitismo, foi sobretudo uma consequência lógica do conflito".

Soldados

"Uma Nação que confia nos seus Direitos, em vez de confiar nos seus Soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda." (Rui Barbosa)

Pintura Militar

A "Historical Outline" dá a conhecer a história militar, especialmente a de España, com a obra pictórica de Augusto Ferrer-Dalmau: óleos, esboços, estampas, livros e esculturas. Um artista único no seu género, que pode admirar na galeria virtual, no site: http://historicaloutline.com/
Luís de Castro Santos

08 maio 2010

ECav 149 - Nambuangongo (Angola 1961)

A não perder, no próximo dia 15 de Maio, no canal Memória da RTP, pelas 23H45, a grande reportagem realizada pelo jornalista da RTP, Neves da Costa, e operador de imagem, Serras Fernandes, que serão entrevistados, sobre a façanha do ECav 149, do Cap Cav Rui Abrantes, de Ambriz a Nambuangongo, em 1961. Apesar de terem percorrido mais quilómetros, por um itinerário mais difícil, alcançaram o objectivo, Nambuangongo (cuja placa toponímica está do Museu do RL 2, por com a extinção de RC 7 ter herdado as suas tradições) só poucas horas depois do Cor Maçanita. Uma das estratégias utilizadas foi o progredirem de noite. Tiveram dois mortos em combate.
O filme desta operação pode ser visto, também, no http://memória149.blogspot.com/, bem como fotos e "pontos nos is" sobre o que dela se escreveu, por quem participou nela.
José Cardona

06 maio 2010

LANCEIROS reunem-se em GUIMARÃES

DIA 26 MAIO 2010 - 4ª FEIRA

LANCEIROS encontram-se em GUIMARÃES …
AQUI nasceu PORTUGAL
No séc. XII, com a formação do Condado Portucalense, vêm viver para Guimarães o Conde D. Henrique e D. Teresa …. Diz a tradição que teria sido no interior do Castelo que os Condes fixaram residência e, provavelmente, aí teria nascido D. Afonso Henriques ….
GUIMARÃES, “berço da nossa nacionalidade” é, pois, o local seleccionado para o nosso próximo Encontro de Lanceiros que terá lugar a 26 de MAIO PRÓXIMO (4ª FEIRA) e o qual se destina a TODOS os Associados, seus Familiares, Novos Associados e Amigos.
Razões históricas e culturais levaram a Direcção da Associação  dos Lanceiros a eleger, neste momento, a Cidade de GUIMARÃES como importante ponto de partida para os nossos Encontros de 2010. Nesse sentido e sendo Guimarães uma cidade detentora de valioso património histórico, decidimos dar alguma originalidade a este Encontro, o qual decorrerá de conformidade com o seguinte Programa:
GUIMARÃES – 26 DE MAIO DE 2010 (4ª FEIRA)
PROGRAMA:
10h 30m – Concentração de TODOS os Participantes, em Guimarães, junto à Estátua de D. Afonso Henriques (próxima do Paço dos Duques de Bragança).
10h 45m/12h 15m – Itinerário “apeado”, no Centro Histórico, especialmente desenhado para o Grupo de Lanceiros e orientado pelo Prof. Capela Miguel.
12h 15m – Regresso ao ponto de partida/estacionamento e trajecto para a Pousada de Santa Marinha (na encosta da Penha).
12h 30m – Recepção na Pousada e visita guiada, à Pousada, com o Prof. Capela Miguel e com a Dra. Natália Maia (da Pousada).
13h 15m – Almoço na Pousada de Santa Marinha.
14h 45m – “A História … com histórias”, em volta das chícaras de café …
15h 30m/16h 00m – Final do Encontro
O custo por Participante: 35.00 €, por Pessoa e o traje informal e “descontraído”.
As Inscrições devem ser efectuadas atté MAIO 20, 2010 (5ª FEIRA), através do correio ou e-mail (aaolanceiros@gmail.com), para a Sede da Associação, Regimento de Lanceiros 2, Calçada da Ajuda, 1349-054 LISBOA ou, ainda, através dos Telemóveis de Luís Alfcinha de Brito (Tlm. 91 445 2151) ou Augusto Fialho (Tlm. 96 801 3234).

Defender-se do Islão...


O escritor, dramaturgo e autor de una coluna do diario espanhol "El Mundo", António Gala, advertiu que “talvez algum día os espanhóis tenham que defender-se do Islão”.
Segundo Gala, os dirigentes islâmicos  “olham  com olhos cada vez mais ávidos para Espanha", por ter sido a terra do Al-Andalus.
No caso português, não devemos esquecer o ditado "se vires as barbas do vizinho a arder, põe as tuas de .molho"...

05 maio 2010

Feira do Livro de Lisboa





Os "Cadernos Militares do Lanceiro" n.ºs 1 e 2 também estão à venda na Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, no Stand D 32 - Miguel Alfarrabista. Preço de feira: 5€ .

04 maio 2010

DA ESTRATÉGIA

O Gen Martins Barrento, antigo CEME, lançou este seu livro de "apontamentos e reflexões" acerca da Estratégia, no Instituto de Estudos Superiores Militares, baseado nas lições dadas no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, onde foi Professor Catedrático Convidado.
No livro, o Gen Barrento, alerta para o facto de a Estratégia, como ciência ser coisa bem diferente da vulgaridade com que essa palavra é hoje utilizada, daí a muita ignorância que sobre a matéria existe nas áreas da inteligensia política
Sobre o que é a Estratégia, propõe-nos a seguinte definição:" a estratégia é a ciência-arte que trata da preparação e utilização da coacção para, apesar da hostilidade dos opositores, atingir os objectivos fixados pela entidade política.
O livro percorre o que de mais importante existe na Teoria Geral da Estratégia, tendo o autor recorrido à História para exemplificar e fundamentar, para iluminar, os assuntos tratados. Depois de traçar o quadro em que a Estratégia se desenvolve, faz uma análise dos fundamentos, dos conceitos, dos intervenientes e das formas relativas à Estratégia. Por fim, aflora as ameaças e tendências que modernamente se manifestam e lança um olhar sobre Portugal.
Edição: Tribuna da História

360 páginas, 21 €

29 abril 2010

TIMOR - Cavalaria

















TIMOR: Bobonaro, Esquadrão de Cavalaria nº 5, "Lanceiros da Fronteira", no Dia da Cavalaria em Julho de 1972, realizada desta vez no ECav 5, uma vez que era rotativo, pela Polícia Militar, em Díli, Esquadrão de Cavalaria nº 5, "Lanceiros da Fronteira", em Bobonaro, e Esquadrão de Cavalaria nº 6, "Lanceiros da Fronteira", em Atabae.
José Pedro de Campos Teixeira, Alf Mil Cav da CPM 3578

25 abril 2010

"Capitães de Abril"

Num plenário um "Capitão de Abril", capitão José Banazol, incita à ocupação da propriedade privada.
"Vocês ocupam e a lei há de vir", afirma.

23 abril 2010

Tornámo-nos cavaleiros...


Foi com muito gosto que li um escrito dedicado ao Capitão Ricardo António de Figueiredo Alçada. Foi meu comandante de Companhia no Quixico (Angola), antes de ser castigado pelo Major Mano e ter ido para a Madureira.
A minha companhia era a CCAV 1772, do BCAV 1927.
O que me leva a escrever é uma simples inexactidão escrita [no "lanceiromor"] pelo Cap. Carlos Dias de Almeida, quanto ao falecimento do Cap. Alçada, que não faleceu em 1980, mas sim em 31 de Julho de 1997.
O Cap. Alçada, bem como todo o pessoal da CCAV 1772, éramos de Infantaria. Tornámo-nos cavaleiros quando fomos mobilizados pelo RC 3, de Estremoz, para integrar o BCAV 1927.
António F. Moreno Cardeira, Ex-Furriel Miliciano, Cuba (Portugal)
N. da R.: O Capitão Miliciano Ricardo Alçada, licenciado em direito, depois de ter servido em Angola como Alf Mil, foi condecorado, nesta nova comissão como voluntário, com a Medalha de Valor Militar com Palma (Ver Cadernos Militares do Lanceiro n.º 2).

22 abril 2010

Onde estamos à venda

Lisboa:
- Livraria Barata - Av. de Roma, Lisboa
- Livraria Ferin - R. Nova do Almada, 70-74, Lisboa - T: 213469033
- Livros da Ribeira - Praça da Ribeira, 1.º, Av. 24 de Julho, Lisboa
- Soc. Histórica da Independência de Portugal - Largo de S. Domingos, Lisboa
- Papelaria Tira Vírgula - C. C. Roma, Av. Roma, Lisboa
Cascais
- Livraria Galileu - Av. Valbom, 24-A, Cascais
Porto
- Livraria Elcla Editora - R. da Boavista, 591/593, Porto - T: 223321918
Coimbra
- Livraria Minerva - Coimbra
Portimão
- Livraria Papelaria Algarve - R. da Igreja, 25/27, Portimão
- Livraria Papelaria Elifalma - R. Dr. João Vitorino Mealha, 6 , Portimão



Covilhã - Liga dos Combatentes

Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes
84º Aniversário - 15 MAIO 2010
Programa
16h00 – Concentração Talhão Combatentes
- Inauguração Cripta/Ossário
- Deposição restos mortais na Cripta
- Homenagem aos Combatentes
18h00 – Igreja da Misericórdia
- Missa Sufrágio pelos Combatentes
20h00 – Varanda dos Carqueijais
- Jantar comemorativo

14 abril 2010

Marechal António de Spínola


O Regimento de Cavalaria N.º 3 (RC 3) em parceria com a Câmara Municipal de Estremoz, Homenageou no dia 13 de Abril de 2010, o Marechal António de Spínola.
Esta homenagem pública, pretendeu assinalar os 100 anos do seu nascimento em Estremoz, em 11 de Abril de 1910, o comando da primeira unidade de Escalão Batalhão mobilizada no RC3 para a “Guerra do Ultramar”, o Grupo de Cavalaria 345 e lembrar o grande militar que foi o Marechal Spínola, durante o tempo em que serviu a Cavalaria, o Exército e as Forças Armadas.
Nas Cerimónias Militares, participaram forças de todas as Unidades de Cavalaria onde se integrou o RL2 com um Pelotão de Polícia do Exército e o Porta Guião do Regimento no Bloco de Estandartes.
Estiveram presentes várias altas individualidades militares e civis, que muito dignificaram o evento, destacando-se o Chefe do Estado-Maior do Exército General José Luís Pinto Ramalho, que presidiu às Comemorações.
Após a cerimónia militar destaca-se o desfraldar de uma lápide alusiva ao centenário, na casa onde nasceu e a inauguração de uma exposição temática alusiva à vida do Marechal.
O Marechal António de Spínola comandou o RL2 de 20 de Maio a 22 Novembro de 1961 no posto de Tenente-Coronel.
A Câmara Municipal de Lisboa, inaugurou, oficialmente uma Avenida,  o prolongamento da Av. E.U.A., com o seu nome.
RL2





12 abril 2010

Massacre de Katyn

Recordamos os jovens oficiais polacos mortos, com tiro na nunca, ao estilo soviético, em nome do comunismo tendo como mandante Estaline, em 1940, durante a II Guerra Mundial. Que a propaganda comunista internacional sempre defendeu ter sido realizado pelos nazis e, agora, foi definitivamente desmontado e oficialmente assumido pela Rússia. Mais de 20.000 polacos, militares, polícias, funcionanrios e famílias, foram enterrados em valas comuns na floresta de Katyn, sob um imenso manto do embuste internacional, aceite e propalado pelos "compagnons de route" do marxismo-leninismo.
JMSC