«É como se o Governo arrancasse os galões dos ombros dos militares.
A aplicação do pacote de austeridade nas Forças Armadas representa a despromoção de um posto.
Os cortes do salário, entre 3,5% a 10%, significam que, por exemplo, um general de uma estrela passa a ganhar como um coronel e um major como um capitão.»
Helena Pereira in O SOL, 20 /10/2010
27 outubro 2010
24 outubro 2010
22 outubro 2010
Cortes nas F. A. inglesas
No orçamento apresentado pelo 1.º ministro inglês, David Cameron, entre militares e funcionários do Ministério da Defesa são 45.000 que vão para casa. Renovação da frota de submarinos atrasada 5 anos. Desactivado um porta-aviões. Na Força Aérea os Harriers acabam. Fecham 2 bases na Escócia. Cancelados novos aviões de reconhecimento. No Exército, 20% dos tanques e blindados para o lixo.
Fruto do gastar mais do que se pode, para satisfazer promessas eleitorais, as F. A. inglesas também são arrastadas no turbilhão...
Fruto do gastar mais do que se pode, para satisfazer promessas eleitorais, as F. A. inglesas também são arrastadas no turbilhão...
20 outubro 2010
Faleceu Joaquim Pedro Monteiro
Faleceu, hoje, o Joaquim Pedro Monteiro, sócio da Associação de Lanceiros, que comandou os "Grifos" brancos da CPM 1443 (Angola 1965/67) e colaborador destes Cadernos.
Em homenagem ao seu espírito combativo e empenhado transcrevemos um dos artigos por nós publicados:
«Quiz o acaso e o amor da terra que em 1973 me transferisse para Angola para proceder à implantação do formidável e popular PÃO DE AÇUCAR, o animado JUMBO de Luanda. Um projecto autónomo luso-angolano, Africados - Supermercados, S.A. que acabava de instalar numa área de 20.000 m2 o maior Hipermercado do Continente Africano, da América Latina e da Peninsula Ibérica! Uma autêntica revolução na distribuição da maioria dos bens de consumo, uma entusiástica e desejada democratização do consumo, o ponto de encontro diário de toda a população, da terra batida ao asfalto.
Onde mais de 350 pessoas, pretos, brancos e mulatos, por esta ordem de grandeza, pareciam concretizar o destino imaginado, exemplo máximo de genuina integração e miscenigação, único em África, concretizando a tal Angola da Paz para que sacrificaramos anos de juventude e nos tinhamos empenhado e batido. Generosa e em pogressão natural e consciente com todos e cada vez mais verdadeiramente para todos, numa zona paradisiaca de um continente económicamente de facto ainda por entrar no século XVIII, com certas aparências e realidades já do século XX.
Toda a nossa numerosa estrutura integrava pela sua formação escolar, académica e capacidades de trabalho reais "desconhecidas" dum povo metropolitano intoxicado, pretos, brañcos e mulatos, i.e., quadros superiores,médicos e assistentes sociais (creche), gerentes, chefes de secção, repositores, operadoras de caixa, etc irmanados num trabalho dinâmico e gratificante.
Um Novo Brasil mais perfeito e africano ia formar-se e afinar-se, disso não tinhamos dúvidas, antes do final da década de 70. Com vontade comprovada dos seus habitantes e residentes, sem resistências de maior e a alteração política adequada.
Graças a todo um desenvolvimento económicico e social sustentado, abrangente e saudável, sem comparação, por uma comunidade descomplexada de racismos marginais e decadentes em estruturação acelerada, segura da sua força, riqueza e maturidade. A guerra de construção feita por portuguese e angolanos daria finalmente os seus frutos. Muito cobiçados por poderes e interesses inconfessáveis por uns, incompreendidos por outros, alguns ignorantes e que se esquivaram a pôr os pés com o povo e com os povos em África, Preferiam o perfume, as cores e as comodidades europeias.
Não fora, entretanto em Portugal a neutralizante, bem sucedida, desesperada e devastadora investida comunista a todos os níveis sem falhar; fabril, sindical, liceal, universitário, intelectual, eclesiástico, burguês pseudo-intelectual, jornalístico e, dado essencial e consequente, militar. Os portugueses de vidas normais, atónitos mas indiferentes com a nação progredindo ainda que encurralada e desgastada, inabilidades políticas e uns inocentes úteis de pacotilha modernassos à mistura, fizeram o resto.
Portugal, tamanha a desproporção de forças teria de cair e Angola regredir e sangrar. O nosso Adeus à Africa saldava-se pelo regresso de 1 milhão de sobreviventes ultramados, de um rasto de miséria e outro milhão de mortos ou estropiados que a indigna e egoistica frieza humana e politica rápidamente digeriram. Sem reacção o Silêncio tombou na História.
Após a francesa de há dois séculos, recuperável, a invasão soviética vencia sem exércitos próprios, mas com uma arma ideológica invisivel, incontrolável e diabólica, deixando estigmas que se verifica serem irrecuperáveis.
Descaracterizando e enfraquecendo o mundo de quem deu e daria novos mundos ao mundo.Triste, Injusto e Desonroso. Para azar de África e também de um certo Ocidente ganancioso.
Para quem viveu, lutou, trabalhou, sentiu, viu e sofreu tuido isto em Angola, FOI ASSIM!»
Joaquim Pedro Monteiro in Cadernos Militares Lanceiro n.º 1 - 2009
Joaquim Pedro Monteiro in Cadernos Militares Lanceiro n.º 1 - 2009
19 outubro 2010
18 outubro 2010
Almoços de Lanceiros às 4.ªs
TOQUE DE REUNIR
» Almoços de Lanceiros às 4.ªs em Lisboa que se realizavam no Rest. Farol, que entretanto fechou, passaram para um ali muito perto, a Churrasqueira "O Navegador" R. Bartolomeu Dias, 21 (continuação da R. de Pedrouços no sentido dos Jerónimos), em Belém. Há uma mesa reservada para as 13 horas. Custo do almoço +ou- 15 €.
Nesta iniciativa, mantida há mais de 20 anos, deu-se origem à criação da Associação de Antigos Oficiais de Lanceiros e forjou-se a necessidade de a alterar para Associação de Lanceiros.
Tem sobretudo reunido, os, agora, dos mais antigos lanceiros do Regimento e da PM. Espera-se que os mais novos comecem a aparecer e a passar palavra.
» Almoços de Lanceiros às 4.ªs em Lisboa que se realizavam no Rest. Farol, que entretanto fechou, passaram para um ali muito perto, a Churrasqueira "O Navegador" R. Bartolomeu Dias, 21 (continuação da R. de Pedrouços no sentido dos Jerónimos), em Belém. Há uma mesa reservada para as 13 horas. Custo do almoço +ou- 15 €.
Nesta iniciativa, mantida há mais de 20 anos, deu-se origem à criação da Associação de Antigos Oficiais de Lanceiros e forjou-se a necessidade de a alterar para Associação de Lanceiros.
Tem sobretudo reunido, os, agora, dos mais antigos lanceiros do Regimento e da PM. Espera-se que os mais novos comecem a aparecer e a passar palavra.
08 outubro 2010
COM/PM 62
Apesar das férias, reuniram-se em 5 Agosto, num almoço para comemorar a sua entrada no RL2, no COM/PM 62, alguns desses antigos cadetes: Francisco Aguiar, António Campos, José Capela, Carlos Sena, Eduardo Serra e José Calapez. O guião da Associação em cima da mesa trouxe ao convívio um lanceiro que almoçava noutra mesa, o Luís Costa Campos.
07 outubro 2010
Citação
Os postos militares, são estimulo de brios, recompensas de Serviços e Órgão Directivos de Agentes da Guerra, pelo que prolonga e consagram as aplicações Heróicas, mantêm e dignificam a hierarquia dos Quadros, alimentam e ilustram o Espírito Militar e com eles as suas sobreditas virtudes…..
António Cabreira, Conde de Lagos
António Cabreira, Conde de Lagos
30 setembro 2010
Daniel Roxo
«Daniel Roxo era transmontano de nascimento e doou-se completamente à defesa da Pátria.
Morreu em território português de Angola continuando a luta onde o deixaram - no Batalhão 32 do Exército Sul Africano. Ele que foi sempre o Comandante aceitou as divisas de Sargento e decidiu (como tantos outros da sua estirpe) continuar o combate.
A sua acção em combate foi épica. A ele e a outros poucos portugueses se deve a grande vitória da ponte 14 (Dezembro de 1975 - no rio Nhia) em que milhares de cubanos e MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32. Durante a batalha os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos. Os Cubanos e MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se sem a intervenção de meios aéreos! Só com apoio da artilharia.
Foi cronologicamente a última grande batalha em que soldados portugueses (no século XX) se bateram. E bem!
Trata-se de uma batalha que nas nossas Academias Militares não é estudada (nem sequer conhecida), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto esta batalha é estudada (e bem) nas academias russas, britânicas e americanas (algumas).
Poucos meses depois o nosso Daniel Roxo morria em combate. Antes contudo tinha já recebido a maior condecoração sul africana (equivalente à nossa Torre e Espada). Só no primeiro reconhecimento abateu (sozinho) 11 inimigos a tiro.
Durante uma patrulha perto do rio Okavango, o seu Wolf (veículo anti minas semi blindado) rebentou uma mina e foi virado ao contrario, matando um homem e esmagando Roxo debaixo dele. O resto da tripulação tentou levantar o veiculo para o libertar mas era demasiado pesado. Breytenbach, (antigo comandante dos Búfalos, no seu livro (Eles vivem pela Espada - They Live by the Sword, pp. 105) escreveu:
Danny Roxo, mantendo-se com o seu carácter intrépido, decidiu tirar o melhor partido das coisas, acendendo um cigarro e fumando-o calmamente até que este acabou, e então morreu - ainda esmagado debaixo do Wolf. Ele não se tinha queixado uma única vez, não tinha dado um único gemido ou grito, apesar das dores de certeza serem enormes.
Assim morreu o Sargento Danny Roxo, um homem que se tinha tornado numa lenda nas Forças de Segurança Portuguesas em Moçambique, e que rapidamente se tinha tornado noutra lenda nas Forças Especiais Sul Africanas»
in Metapédia
Morreu em território português de Angola continuando a luta onde o deixaram - no Batalhão 32 do Exército Sul Africano. Ele que foi sempre o Comandante aceitou as divisas de Sargento e decidiu (como tantos outros da sua estirpe) continuar o combate.
A sua acção em combate foi épica. A ele e a outros poucos portugueses se deve a grande vitória da ponte 14 (Dezembro de 1975 - no rio Nhia) em que milhares de cubanos e MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32. Durante a batalha os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos. Os Cubanos e MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se sem a intervenção de meios aéreos! Só com apoio da artilharia.
Foi cronologicamente a última grande batalha em que soldados portugueses (no século XX) se bateram. E bem!
Trata-se de uma batalha que nas nossas Academias Militares não é estudada (nem sequer conhecida), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto esta batalha é estudada (e bem) nas academias russas, britânicas e americanas (algumas).
Poucos meses depois o nosso Daniel Roxo morria em combate. Antes contudo tinha já recebido a maior condecoração sul africana (equivalente à nossa Torre e Espada). Só no primeiro reconhecimento abateu (sozinho) 11 inimigos a tiro.
Durante uma patrulha perto do rio Okavango, o seu Wolf (veículo anti minas semi blindado) rebentou uma mina e foi virado ao contrario, matando um homem e esmagando Roxo debaixo dele. O resto da tripulação tentou levantar o veiculo para o libertar mas era demasiado pesado. Breytenbach, (antigo comandante dos Búfalos, no seu livro (Eles vivem pela Espada - They Live by the Sword, pp. 105) escreveu:
Danny Roxo, mantendo-se com o seu carácter intrépido, decidiu tirar o melhor partido das coisas, acendendo um cigarro e fumando-o calmamente até que este acabou, e então morreu - ainda esmagado debaixo do Wolf. Ele não se tinha queixado uma única vez, não tinha dado um único gemido ou grito, apesar das dores de certeza serem enormes.
Assim morreu o Sargento Danny Roxo, um homem que se tinha tornado numa lenda nas Forças de Segurança Portuguesas em Moçambique, e que rapidamente se tinha tornado noutra lenda nas Forças Especiais Sul Africanas»
in Metapédia
24 setembro 2010
Agora também em Lagos
Depois de Portimão, o Algarve tem outra livraria com os CM/L, a Livros da Ria Formosa, R. D. Vasco da Gama Lj. L, em Lagos.
23 setembro 2010
Novo Cmdt do RL 2
O Coronel de Cavalaria Carlos Manuel de Matos Alves é novo Comandante do Regimento de Lanceiros n.º2, onde já prestara serviço. Tomou posse no 16 de Setembro de 2010 e substitui o Cor Cav Rui Cruz Silva, colocado no Comando das Forças Terrestres.
Ao novo Cmdt os CM/L desejam as maiores felicidades no comando da "Casa Mãe" da PM/PE.
Ao novo Cmdt os CM/L desejam as maiores felicidades no comando da "Casa Mãe" da PM/PE.
15 setembro 2010
Estamos à venda na livraria Lello do Porto
A "catedral" do livro no Porto, a Livraria Lello, já tem à venda a nossa Revista, nºs 1,2 e 3.
Este espaço merece uma visita não só pela qualidade e diversidade das obras à venda, mas pela invulgar traça arquitectónica que data da sua inauguração em 1906.
Está situada na R. das Carmelitas, 144
4050-161 Porto
T: 222 002 037
Este espaço merece uma visita não só pela qualidade e diversidade das obras à venda, mas pela invulgar traça arquitectónica que data da sua inauguração em 1906.
Está situada na R. das Carmelitas, 144
4050-161 Porto
T: 222 002 037
14 setembro 2010
Despedida do Cmdt do "2" Cor Cav Rui Cruz Silva
Com todo o Regimento de Lanceiros 2 formado na Parada, sob o comando do 2.º Cmdt, TCor Cav Marques da Silva, o actual Cmdt, Cor Cav Cruz Silva, despediu-se dos seus homens, oficiais, sargentos e praças, que servem no Regimento que comandou durante dois anos. Na cerimónia de despedida que incluiu desfile das tropas, entregou ao 2.º Cmdt o guião da unidade que entregará na próxima 5ª feira ao novo Cmdt, Cor Cav Matos Alves.
No Refeitório Geral houve um almoço em que estiveram presentes todos os militares e civis que servem no Regimento e alguns convidados. Entre eles, Alfacinha de Brito e Augusto Fialho da Associação de Lanceiros e Santos Costa da revista Cadernos Militares Lanceiro. Para eles o Cmdt também teve palavras de apreço pelo trabalho desenvolvido e resultados alcançados.
Em nome da AL, o Presidente da Direcção, Alfacinha de Brito, na Messe de Oficiais, agradeceu ao Cor Cruz Silva, o grande empenho e apoio prestado na concretização do alargamento da AAOL a todos lanceiros.
No Refeitório Geral houve um almoço em que estiveram presentes todos os militares e civis que servem no Regimento e alguns convidados. Entre eles, Alfacinha de Brito e Augusto Fialho da Associação de Lanceiros e Santos Costa da revista Cadernos Militares Lanceiro. Para eles o Cmdt também teve palavras de apreço pelo trabalho desenvolvido e resultados alcançados.
Em nome da AL, o Presidente da Direcção, Alfacinha de Brito, na Messe de Oficiais, agradeceu ao Cor Cruz Silva, o grande empenho e apoio prestado na concretização do alargamento da AAOL a todos lanceiros.
06 agosto 2010
01 agosto 2010
D. Afonso V e as suas Tapeçarias
Está patente no Museu Nacional de Arte Antiga, até 12 de Setembro, a Exposição - A Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana.
Esta exposição reúne pela primeira vez em Portugal os quatro monumentais panos, com quatro metros de altura e 10 de largura, encomendados por D. Afonso V, em finais do séc. XV e que estiveram anos muito mal conservados na Colegiada de Pastrana, onde se encontram guardadas desde o século XVI.
Tapeçarias de grande monumentalidade têm especial importância pelo facto de serem um dos raros exemplos que existem, em que são descritos factos contemporâneos concebidos para exaltar o poder e a glória de um rei, D. Afonso V, como conquistador e defensor da fé.
Três tapeçarias contam o Desembarque, o Cerco e o Assalto a Arzila onde o rei aparece identificado pelo seu estandarte. A quarta assinala a tomada de Tânger e é a única em que D. Afonso V não aparece.
Salazar tentou trazê-las para o nosso País, mas conseguiu. No entanto, na década de 1930, mandou fazer cópias, que estão no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães.
Salazar tentou trazê-las para o nosso País, mas conseguiu. No entanto, na década de 1930, mandou fazer cópias, que estão no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães.
31 julho 2010
Pirataria
Ao contrário do que muitas vezes se tem tentado fazer crer, os números mostram que a actuação das marinhas no combate à pirataria na Somália tem sido bastante eficaz. Em 2009 contabilizaram-se em todo o mundo 406 actos de pirataria. Desses, 217 foram perpetrados por piratas somalis, sendo que a sua área de actuação já extravasou do Corno de África e do Golfo de Áden, tendo-se alargado a praticamente todo o Oceano Índico, nomeadamente às costas do Quénia, da Tanzânia, das Seicheles e de Madagáscar. Todavia, os piratas somalis apenas conseguiram concretizar 48 das 217 tentativas de abordagem que efectuaram, o que significa que a sua taxa de sucesso foi de 22,1%. Já no resto do mundo, das 189 tentativas de abordagem concretizaram-se 154, o que corresponde a uma taxa de sucesso de 81,5%.
A. Melo
A. Melo
Afeganistão
«Retirar do Afeganistão, entregando o país aos seus antigos carniceiros, não será apenas mais um derrota do Ocidente e uma traição indesculpável aos dois mil homens que lutaram no terreno e não regressaram mais.
Será a certeza de que a guerra que não se venceu no Oriente Médio acabará, cedo ou tarde, por nos visitar dentro de casa.»
João Pereira Coutinho in Folha
29 julho 2010
Basil Davidson
Morreu um velho inimigo de Portugal, Basil Davidson, acérrimo defensor dos movimentos terroristas do nosso Ultramar, e que Jorge Sampaio condecorou como Presidente da República. Acreditava que quando os povos de África atingissem a independência tudo seria o melhor dos mundos. Viu-se...
No entanto, algumas evidências dificilmente pode esconder o que o levou a confessar que os portugueses se batiam muito bem na Guiné.
Basil Davidson era um jornalista inglês politicamente orientado. Na II GM combateu na antiga Jugoslávia ao lado de Tito, dedicando-se mais tarde a propagandear as guerras de África, com particular dedicação às conduzidas por Portugal na defesa das suas fronteiras, especialmente as da Guiné, sempre do ponto de vista do IN.
O diário inglês "Guardian" sublinhou o particular gozo que lhe deu a ironia de ter sido condecorado, em 2002, pelo Presidente Sampaio, nem mais nem menos, com a Medalha de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, que como é sabido, visa distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal...
Em entrevista ao Expresso em 2001, declarou, referindo-se à Guiné: «O Exército português defendeu-se muito bem, era muito forte e não desmoralizou».
JMSC
No entanto, algumas evidências dificilmente pode esconder o que o levou a confessar que os portugueses se batiam muito bem na Guiné.
Basil Davidson era um jornalista inglês politicamente orientado. Na II GM combateu na antiga Jugoslávia ao lado de Tito, dedicando-se mais tarde a propagandear as guerras de África, com particular dedicação às conduzidas por Portugal na defesa das suas fronteiras, especialmente as da Guiné, sempre do ponto de vista do IN.
O diário inglês "Guardian" sublinhou o particular gozo que lhe deu a ironia de ter sido condecorado, em 2002, pelo Presidente Sampaio, nem mais nem menos, com a Medalha de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, que como é sabido, visa distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal...
Em entrevista ao Expresso em 2001, declarou, referindo-se à Guiné: «O Exército português defendeu-se muito bem, era muito forte e não desmoralizou».
JMSC
26 julho 2010
Já estamos no Facebook
Iniciámos dia 25 de Julho, dia do nascimento de D. Afonso Henriques (1109) e da Batalha de Ourique (1139), uma presença no Facebook, que nos vinha, há tempos, sendo sugerido por amigos e camaradas que seguem este nosso blogue desde 7/FEV/2010 e/ou lêem as nossas edições em papel.
Lançaremos, também, o grupo "Lanceiros" para todos os que serviam no Regimento de Lanceiros ou se identificam com os seus valores.
O "Lanceiro" anda na net desde 10 de Junho de 2001, como complemento da sua edição em papel, iniciada em 1999 e procura cumprir e seguir o seu "Estatuto Editorial".
Entrar no Facebok é "alargar a passada" (esperamos poder estar à altura), um "toque a reunir" dos que andam por aí dispersos e para quem a "coisa militar" faz sentido.
Esperamos a incessante colaboração de todos, inclusivé na sua divulgação.
JMSC
Lançaremos, também, o grupo "Lanceiros" para todos os que serviam no Regimento de Lanceiros ou se identificam com os seus valores.
O "Lanceiro" anda na net desde 10 de Junho de 2001, como complemento da sua edição em papel, iniciada em 1999 e procura cumprir e seguir o seu "Estatuto Editorial".
Entrar no Facebok é "alargar a passada" (esperamos poder estar à altura), um "toque a reunir" dos que andam por aí dispersos e para quem a "coisa militar" faz sentido.
Esperamos a incessante colaboração de todos, inclusivé na sua divulgação.
JMSC
25 julho 2010
Lanceiros em Sines
O VI Encontro/Convívio de Lanceiros em Sines, organizado pela Associação de Lanceiros, realizou-se no passado dia 16 de Julho, depois dos mais recentes "passeios" em Guimarães (25/05/10) e no Sado (23/09/09).
Incluiu uma visita histórica guiada à Cidade (Castelo), um passeio no Safari Park Badoca, seguido de almoço numa lindíssima praia perto de S. Torpes, em clima de grande camaradagem.
Incluiu uma visita histórica guiada à Cidade (Castelo), um passeio no Safari Park Badoca, seguido de almoço numa lindíssima praia perto de S. Torpes, em clima de grande camaradagem.
18 julho 2010
Eu servi no Regimento de Lanceiros de Lisboa
«(...) o Regimento de Lanceiros 2, na Ajuda. Eu servi - o termo é mesmo esse, servi - com honra e alegria aquele Regimento, entre 1986 e 1987, como oficial de justiça. Chamava-se então Regimento de Lanceiros de Lisboa e albergava, como julgo que ainda hoje assim é, a Polícia do Exército. Fi-lo ao abrigo do serviço militar obrigatório com que o politicamente correcto, das esquerdas e das direitas, acabou. Por acaso foi o dr. Portas, mas podia perfeitamente ter sido o dr. Louçã ou outra eminência do regime. Quem passou por Lanceiros, a menos que seja um notório imbecil, não fica indiferente à sua história e à fraternal solidariedade que unia homens de proveniências sociais diversas em torno da Cavalaria. Lanceiros permitiu-me conhecer pessoas e mundos completamente diversos dos meus. Depois, o Regimento é um espaço lindíssimo, desde o edifício principal, até às remotas cavalariças mais perto de Belém ou a piscina. Tem uma parada inolvidável com o símbolo do Regimento desenhado no meio: "morte ou glória". Mantive, com praticamente toda a gente com quem me cruzei lá dentro, as melhores relações pessoais e institucionais. Fiz amizades e não me envergonho de ter cumprido o serviço militar. Foi nesse período que inaugurámos o monumento aos mortos em combate do Regimento, era então comandante o Coronel Roque da Cunha. Passei, como oficial de dia, muitas noites lá dentro e assisti, até por dever de ofício, a muitas peripécias. Nessa altura, a ocupação maior da Polícia do Exército era proceder diariamente à escolta de Otelo Saraiva de Carvalho para o Tribunal de Monsanto onde decorria o julgamento das FP-25. Lanceiros foi um pouco de tudo. "Reaccionário", "monárquico" e até "progressista", no PREC, quando era 2º comandante o famoso Major Tomé. Em comum, tínhamos todos a mesma admiração e o mesmo respeito pela memória dos "nossos maiores" nomeadamente D. Carlos, o Marechal Carmona ou o Marechal Spínola. Não obstante o percurso político algo ambíguo deste último, não existe nenhum "cavaleiro" que se preze que não seja "spinolista". Alguns dos oficiais, sargentos e praças com quem privei mais de perto, já desapareceram. Por todos, deixo aqui uma sentida homenagem à grata memória do meu Amigo Henrique Quinta-Nova, ao tempo Major de Cavalaria. Parece, pois, que o poder quer "matar" Lanceiros a troco de um punhado de euros. Que o faça. Lanceiros está vivo no coração dos seus servidores, independentemente do capricho do tempo. Contra o esquecimento, morte ou glória. Não conheço melhor "divisa" para a vida inteira.»
João Gonçalves in portugal dos pequeninos.blogspot.com em 16.6.06.
17 julho 2010
A Esquadra 504 “Linces” da FAP
A Esquadra 504 “Linces”, sedeada na Base Aérea Nº6, localizada na margem esquerda do rio Tejo (próximo da cidade do Montijo), em frente a Lisboa, opera as aeronaves FALCON 50 e 20, celebrou no dia 12 de Janeiro, o seu 25º Aniversário.
De entre as missões da Esquadra 504 destacam-se a de transporte de órgãos para transplante e a de transporte de altas entidades do Estado.
"Porque é que existe esta missão?" questiona-se e responde o TCor Pil Av Brandão Ferreira:
"Pois, porque só a FA tem a capacidade e a flexibilidade de, no âmbito temporal e espacial, em apoiar este tipo de operação, já que a grande parte das missões são inopinadas e têm um tempo de duração incerto. Permite ainda um grau de segurança física maior. Além disso, exige-se às empresas civis um grau de eficiência elevado, que não é compatível com ter meios disponíveis para estas missões (além do seu elevado custo). Já assim não acontece com a FA que, sendo um ramo militar, a eficácia prefere, devendo ter sempre potencial disponível, para qualquer necessidade que surja.
Ora tudo isto só se consegue com uma estrutura de comando e controle adequado e com aquilo a que se convencionou chamar de “condição militar”. De facto é esta característica que permite a disponibilidade de tempo e lugar e de um lote alargado de exigências e restrições individuais, que garantem o cumprimento de todas as missões em toda e qualquer circunstância.
Isto é verdade para a FA (e para todos os restantes militares), mas não é verdade para os civis."
16 julho 2010
Citação
«Não é por as coisas serem difíceis que não temos ousadia.
É por não termos ousadia que as coisas são difíceis.»
Séneca (3 aC-65 dC)
É por não termos ousadia que as coisas são difíceis.»
Séneca (3 aC-65 dC)
13 julho 2010
Capela de Nossa Senhora do Baluarte
A Capela de Nossa Senhora do Baluarte, construida pelos portugueses na Ilha de Moçambique, é o primeiro templo cristão na costa oriental de África.
Uma das sepulturas que se encontram no interior da dita capela foi violada por algum meliante. Levam-nos tudo, até as ossadas!
Imagens da Capela obtidas por mim há alguns anos. Actualmente esta capela está á guarda da UNESCO que tem um projecto de recuperação da Ilha.
Fica aqui um atalho para um texto sobre a capela: http://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_de_Nossa_Senhora_do_Baluarte
Vítor Martins
09 julho 2010
A ração de combate do militar português
A ração de combate das Forças Armadas Portuguesas é fornecida por uma empresa espanhola.
O Governo Português deixa na mão de uma empresa espanhola até a "ração de combate indivual do militar português".
Quem serviu as Forças Armadas sabe que, na semana de campo, todos os militares comem a "ração de combate".
O que é a ração de combate?
A ração de combate é uma embalagem na qual estão contidos os alimentos para um dia de cada soldado.
O pequeno almoço, o almoço, o jantar.
A ração de combate agora, "NATO APROVED", é composta por leite em pó, sardinhas em conserva, chocolate, gomas para o stress, café em comprimidos ou em pó, fósforos, doces, marmelada, uma lata de carne - por exemplo jadineira - uma lata de feijoada, açucar, pastilhas para purificar água, lenços de papel,dispositivo para aquecer os alimentos, saco de plástico para juntar os residuos, sumo de laranja, sumo de ananás, bolachas sem sal, sal.
Na guerra do Ultramar cada militar tinha por dia uma ração de combate. [na foto]
Hoje os soldados portugueses no Afeganistão, na Bósnia, e noutros teatros de operações militares, têm uma ração de combate por dia.
Pois bem, as rações de combate dos militares portugueses são fornecidas pela empresa espanhola JOMIPSA-Partida del Salt S/N- San Juan de Alicante - 03550 Alicante - Espanha!!!!!!!
Na ração de combate temos os seguintes alimentos:
1 - Jardineira de vaca .- das Conservas Huertas S C/Cervantes Malagan (C.Real) España - que nem carne tem, mas antes ervilhas feijão verde ou harricot, bocadinhos de cenoura e dois , no máximo, bocados de carne:
2 - Leite "demi-écrémé" para dissolução instantânea com 15 gr de PL, fabricado em França;
3 - Dois pacotes de açucar da Mama Inés; um pacote de sumo de ananás da Mama Inés; um pacote de sumo de laranja da Mamá Inés, tudo farbricado pela JOMIPSAA (Espanha);
4 - Uma lata de sardinhas em conserva produzida pela JOMIPSA;
5 - Um conjunto de pastilhas para fazer fogo, fabricado pela Minigrip que parece ser francesa;
6 - Um pacote de doce de morango fabricado pela empresa Memarillo el Quijote ,SA (Espanha);
7 - Três pacotes de bolachas sem sal, Sweet Biscuit, fabricado pela empresa José Miguel Ponteveda SA (JOMIPSA) (Espanha);
8- Guardanapos de papel fabricados por B-60837192 Campello (Alicante - Espanha);
9 - Dois pacotes de café instantâneo fabricados pela Mama Inés (JOMIPSA - Espanha);
10 - Dois pacotes de sal fabricados pela JOMIPSA - Espanha;
11 - Uma lata de paté de figado fabricado pela empresa Alimentos Preparados Naturales, SA, de Los Yebenes - Toledo - Espanha;
12 - Uma lata de "Rancho Viseu" fabricado pela empresa Conservas Huertas SA, C/Cervantes (C. Real) Espanha.
A ração de combate é miserável em termos de conteúdo e qualidade.
Não há um único alimento português!
As nossas F. A. estão nas mãos de Espanha na questão das rações de combate e também no fabrico de munições (não havia uma linha de fabrico que vendemos aos espanhóis? Não foi só este caso de entrega do equipamento ao estrangeiro, veja-se o caso da FBP que demos nota uns posts atrás).
O nosso potencial inimigo próximo poderá ser a Espanha.
Esta questão das rações de combate prova bem o engano em que os portugueses vivem.
Cavaco Silva sabe isto?
Então as Forças Armadas Portuguesas dependem de Espanha nas rações de combate? E, pelos vistos, das munições.
A Manutenção Militar já não é capaz de produzir rações de combate com comida portuguesa, ao nosso gosto?
Não venham com contratos internacionais e liberdade de contratação na União Europeia.
Há matérias em que não pode haver liberdade de negociação, antes reservas estratégicas de soberania, que os tratados da União Europeia permitem.
Porque Portugal nestas questões estratégicas, de defesa nacional, de dignidade nacional, nunca pode ficar na mão de Espanha, nem de ninguém.
Uma vergonha!!!
Até as Forças Amadas Portuguesas estão na mãos de Espanha para efeitos de Intendência!?
Que porcaria de políticos temos? e que ministros da Defesa temos?
E qual o controle que faz Cavaco Silva?
O que faz José Sócrates?
Quem foram os responsáveis militares que aceitaram isto? Quem foram os políticos que permitiram este avilte?
Algum general viu o contéudo da jardineira de vaca da ração de combate, ou fui eu que tive azar e me calhou - pedi uma ração de combate para analisar - só ervilhas?
Abram os olhos!
Senhor Presidente da República mande investigar isto, que o senhor é o Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.
Vão justificar com o custo/benefício e são capazes de ter razão! Quiseram-nos pequenos e agora pagamos outro preço neste e outros domínios... veja-se o caso da PT.
[adpt. da que circula na net]
O Governo Português deixa na mão de uma empresa espanhola até a "ração de combate indivual do militar português".
Quem serviu as Forças Armadas sabe que, na semana de campo, todos os militares comem a "ração de combate".
O que é a ração de combate?
A ração de combate é uma embalagem na qual estão contidos os alimentos para um dia de cada soldado.
O pequeno almoço, o almoço, o jantar.
A ração de combate agora, "NATO APROVED", é composta por leite em pó, sardinhas em conserva, chocolate, gomas para o stress, café em comprimidos ou em pó, fósforos, doces, marmelada, uma lata de carne - por exemplo jadineira - uma lata de feijoada, açucar, pastilhas para purificar água, lenços de papel,dispositivo para aquecer os alimentos, saco de plástico para juntar os residuos, sumo de laranja, sumo de ananás, bolachas sem sal, sal.
Na guerra do Ultramar cada militar tinha por dia uma ração de combate. [na foto]
Hoje os soldados portugueses no Afeganistão, na Bósnia, e noutros teatros de operações militares, têm uma ração de combate por dia.
Pois bem, as rações de combate dos militares portugueses são fornecidas pela empresa espanhola JOMIPSA-Partida del Salt S/N- San Juan de Alicante - 03550 Alicante - Espanha!!!!!!!
Na ração de combate temos os seguintes alimentos:
1 - Jardineira de vaca .- das Conservas Huertas S C/Cervantes Malagan (C.Real) España - que nem carne tem, mas antes ervilhas feijão verde ou harricot, bocadinhos de cenoura e dois , no máximo, bocados de carne:
2 - Leite "demi-écrémé" para dissolução instantânea com 15 gr de PL, fabricado em França;
3 - Dois pacotes de açucar da Mama Inés; um pacote de sumo de ananás da Mama Inés; um pacote de sumo de laranja da Mamá Inés, tudo farbricado pela JOMIPSAA (Espanha);
4 - Uma lata de sardinhas em conserva produzida pela JOMIPSA;
5 - Um conjunto de pastilhas para fazer fogo, fabricado pela Minigrip que parece ser francesa;
6 - Um pacote de doce de morango fabricado pela empresa Memarillo el Quijote ,SA (Espanha);
7 - Três pacotes de bolachas sem sal, Sweet Biscuit, fabricado pela empresa José Miguel Ponteveda SA (JOMIPSA) (Espanha);
8- Guardanapos de papel fabricados por B-60837192 Campello (Alicante - Espanha);
9 - Dois pacotes de café instantâneo fabricados pela Mama Inés (JOMIPSA - Espanha);
10 - Dois pacotes de sal fabricados pela JOMIPSA - Espanha;
11 - Uma lata de paté de figado fabricado pela empresa Alimentos Preparados Naturales, SA, de Los Yebenes - Toledo - Espanha;
12 - Uma lata de "Rancho Viseu" fabricado pela empresa Conservas Huertas SA, C/Cervantes (C. Real) Espanha.
A ração de combate é miserável em termos de conteúdo e qualidade.
Não há um único alimento português!
As nossas F. A. estão nas mãos de Espanha na questão das rações de combate e também no fabrico de munições (não havia uma linha de fabrico que vendemos aos espanhóis? Não foi só este caso de entrega do equipamento ao estrangeiro, veja-se o caso da FBP que demos nota uns posts atrás).
O nosso potencial inimigo próximo poderá ser a Espanha.
Esta questão das rações de combate prova bem o engano em que os portugueses vivem.
Cavaco Silva sabe isto?
Então as Forças Armadas Portuguesas dependem de Espanha nas rações de combate? E, pelos vistos, das munições.
A Manutenção Militar já não é capaz de produzir rações de combate com comida portuguesa, ao nosso gosto?
Não venham com contratos internacionais e liberdade de contratação na União Europeia.
Há matérias em que não pode haver liberdade de negociação, antes reservas estratégicas de soberania, que os tratados da União Europeia permitem.
Porque Portugal nestas questões estratégicas, de defesa nacional, de dignidade nacional, nunca pode ficar na mão de Espanha, nem de ninguém.
Uma vergonha!!!
Até as Forças Amadas Portuguesas estão na mãos de Espanha para efeitos de Intendência!?
Que porcaria de políticos temos? e que ministros da Defesa temos?
E qual o controle que faz Cavaco Silva?
O que faz José Sócrates?
Quem foram os responsáveis militares que aceitaram isto? Quem foram os políticos que permitiram este avilte?
Algum general viu o contéudo da jardineira de vaca da ração de combate, ou fui eu que tive azar e me calhou - pedi uma ração de combate para analisar - só ervilhas?
Abram os olhos!
Senhor Presidente da República mande investigar isto, que o senhor é o Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas.
Vão justificar com o custo/benefício e são capazes de ter razão! Quiseram-nos pequenos e agora pagamos outro preço neste e outros domínios... veja-se o caso da PT.
[adpt. da que circula na net]
08 julho 2010
Encontro de Lanceiros em Sines
O Castelo e as relíquias históricas do Navegador; o litoral alentejano; as belas praias desertas e solarengas
e uma "experiência africana", em terras do Além Tejo, o peixe, o mar aberto, etc. são os ingredientes do próximo, o 6.º, Encontro de Lanceiros em Sines, porta do Atlântico… para a História e para o Mundo, no dia 16 de Julho (6.ª feira).
Além da visita histórica guiada à Cidade (Castelo), haverá um passeio no Badoca, um Safari Park (uma hora), seguido de almoço numa lindíssima praia perto de S. Torpes. O preço por pessoa é de 32,50 €.
Este encontro, que começa às 10H no "Badoca Safari Park" e termina, depois do almoço no Restaurante Gost´ti (Praia da Vieirinha), está aberto aos sócios, a familiares, a amigos e a candidatos a novos associados.
Mais informações e inscrições até 9/7: alanceiros@gmail.com
05 julho 2010
Locais de Venda do "Lanceiro/Cadernos Militares"
Cadernos Militares
"desfile da "coisa militar", em revista"
"desfile da "coisa militar", em revista"
Relatos + Memórias + Biografias + Militária
Efemérides + Historiografia + Actualidade
100 páginas ilustradas, 5€
Revista semestral, assinatura (3 n.ºs 12€) e informações: jornallanceiro@gmail.com
Revista semestral, assinatura (3 n.ºs 12€) e informações: jornallanceiro@gmail.com
Locais de Venda
Cascais
- Livraria Galileu - Av. Valbom, 24Coimbra
- Livraria Minerva, R. de Macau
Évora
- Livraria Dom Pepe - Horta da Porta, Rua de Chartres 7 B
- Livraria Ler e Saber - R. Cândido dos Reis, 14
Lisboa
- Livraria Barata - Av. de Roma
- Livraria Cumes Literários - C. C. Fonte Nova
- Livraria Ferin - R. Nova do Almada, 70-74 - T: 213469033
- Livros da Ribeira - Praça da Ribeira, 1.º, Av. 24 de Julho
- Miguel Alfarrabista - R. da Verónica
- Quitécnica - R. Pedro Ivo, 11C - T: 218483366
- Soc. Histórica da Independência de Portugal - Largo de S. Domingos
Portimão
- Livraria Papelaria Algarve - R. da Igreja, 25/27
- Livraria Papelaria Elifalma - R. Dr. João Vitorino Mealha, 6
Porto
- Livraria Elcla Editora - R. da Boavista, 591/593 - T: 223321918
04 julho 2010
A pistola-metralhadora FBP
Tecnologia que foi nacional (a velha FBP) mas já é propriedade dos americanos.
Continuamos os mesmos: depreciamos tudo o que fazemos, compramos caro (dos outros tudo é bom) e vendemos barato (o que fazemos não vale nada).
Um produto nacional, que até faz muito sucesso nos E.U.A., local em que a variedade e oferta são imensas.
Em Portugal esta arma foi considerada obsoleta e custou mais de 2.000.000,00 de contos (não é Euros) ao Estado, em desenvolvimento e pesquisa, o objectivo era substituir a FBP (que ainda no 10 de Junho último se viam sargentos da Marinha com estas armas na cerimónia).
No encerramento da Indep, alguém comprou tudo, moldes, peças, documentação técnica! Por quanto? Menos de 50.000,00 € (sim aqui é em Euros)!!!
Os Americanos chamam agora Lusa à arma e comercializam a mesma .
António Melo
01 julho 2010
RL2: Sargento-Chefe Cav Filipe Casimiro
O SCh Cav Filipe Casimiro assmiu as funções de SMor do RL2 com a saída, para a reserva, do SMor Cav Antunes.
Com longa folha de serviço prestado no Regimento de Lanceiros nos Esquadrões, Instrução e Secretarias, tem entre outros os Cursos PE, Segurança Altas Entidades e Operações Irregulares, participou na Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo Verde e chefiou a SOIS.
Nascido em Tomar, em 1961, casado e com duas filhas, ingressou no Exército, na EPC, em 1985.
Entre outras tem as seguintes condecorações: Medalha D. Afonso Henriques / 4.ª classe e Medalha de Mérito Militar / 4.ª classe.
É sócio da Associação de Lanceiros.
Os postos de Sargento-Chefe e Sargento-Mor foram criados em 1976 e são respectivamente o 2.º e o 1.º mais alto da classe de Sargentos. Publicaremos no Lanceiro/Cadernos Militares n.º4, a editar em Novembro próximo, uma historiografia e função desempenhada pelo sargento-mor no Exército, pelo nosso colaborador e historiador SMor Cav Fernando Lourenço.
Com longa folha de serviço prestado no Regimento de Lanceiros nos Esquadrões, Instrução e Secretarias, tem entre outros os Cursos PE, Segurança Altas Entidades e Operações Irregulares, participou na Cooperação Técnico-Militar com a República de Cabo Verde e chefiou a SOIS.
Nascido em Tomar, em 1961, casado e com duas filhas, ingressou no Exército, na EPC, em 1985.
Entre outras tem as seguintes condecorações: Medalha D. Afonso Henriques / 4.ª classe e Medalha de Mérito Militar / 4.ª classe.
É sócio da Associação de Lanceiros.
Os postos de Sargento-Chefe e Sargento-Mor foram criados em 1976 e são respectivamente o 2.º e o 1.º mais alto da classe de Sargentos. Publicaremos no Lanceiro/Cadernos Militares n.º4, a editar em Novembro próximo, uma historiografia e função desempenhada pelo sargento-mor no Exército, pelo nosso colaborador e historiador SMor Cav Fernando Lourenço.
29 junho 2010
XII Concurso de Equitação do RL2
O Regimento de Lanceiros N.º 2 realizou no seu campo de obstáculos, muito bem engalanado, no passado dia 19 de Junho, o seu XII Concurso de Equitação, que foi presidido pelo Exmo MGen Martins Ribeiro, 2º Comandante do CFT, em representação do TGen Comandante.
O Concurso consistiu em duas Provas de Obstáculos, uma Prova Pequena e uma Prova Média (Derby) onde participaram um total de 69 conjuntos, representando Unidades como o Comando de Logística, Escola Prática de Cavalaria, o Regimento de Cavalaria Nº3, o Regimento de Cavalaria Nº4, o Regimento de Cavalaria Nº6, o Regimento de Lanceiros Nº2, o Centro Militar de Física Equitação e Desportos, a Academia Militar, o Colégio Militar, a Unidade de Segurança e Honras de Estado da GNR e o Clube Hípico Militar “Os Lanceiros”.
Os vencedores foram, respectivamente, na Prova Pequena o Cadete Aluno Alves da AM montando Janota de Mafra e na Prova Derby o Cap Med Vet Francisco Medeiros do CM. A Cerimónia de entrega de prémios teve lugar no espaço da Piscina do RL2 onde o Comandante, Cor Cav Rui Cruz Silva, proferiu algumas palavras alusivas ao Desporto Equestre Militar e também de agradecimento pela presença dos Convidados, Cavaleiros, Revista da Cavalaria e Associação de Lanceiros (com banca com venda de revistas e angariação de novos associados), a que se seguiu um almoço convívio no Refeitório Geral que encerrou com o “Grito do Lanceiro”.
O Concurso consistiu em duas Provas de Obstáculos, uma Prova Pequena e uma Prova Média (Derby) onde participaram um total de 69 conjuntos, representando Unidades como o Comando de Logística, Escola Prática de Cavalaria, o Regimento de Cavalaria Nº3, o Regimento de Cavalaria Nº4, o Regimento de Cavalaria Nº6, o Regimento de Lanceiros Nº2, o Centro Militar de Física Equitação e Desportos, a Academia Militar, o Colégio Militar, a Unidade de Segurança e Honras de Estado da GNR e o Clube Hípico Militar “Os Lanceiros”.
Os vencedores foram, respectivamente, na Prova Pequena o Cadete Aluno Alves da AM montando Janota de Mafra e na Prova Derby o Cap Med Vet Francisco Medeiros do CM. A Cerimónia de entrega de prémios teve lugar no espaço da Piscina do RL2 onde o Comandante, Cor Cav Rui Cruz Silva, proferiu algumas palavras alusivas ao Desporto Equestre Militar e também de agradecimento pela presença dos Convidados, Cavaleiros, Revista da Cavalaria e Associação de Lanceiros (com banca com venda de revistas e angariação de novos associados), a que se seguiu um almoço convívio no Refeitório Geral que encerrou com o “Grito do Lanceiro”.
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